O Diabo e a tentação

agosto 12, 2011

Apesar de algumas pessoas tentarem negar, o diabo existe! A Bíblia nos adverte 431 vezes sobre esta terrível realidade, 85 vezes fala de espíritos impuros. Sem contar as vezes em que usa os termos : inimigo de Deus, inimigo nosso.

A Bíblia não hesita em apresentar a vida como uma luta, uma guerra contra os demónios. Infelizmente, alguns cristãos, pelos motivos mais diferentes, preferem não tocar neste assunto. Quanto menos falamos, mais o demónio espalha sua destruição e mentiras.

Paulo VI afirma categoricamente: “Sabemos, portanto, que este ser mesquinho e perturbador [o diabo] existe realmente, e que ainda atua com astúcia traiçoeira;é o inimigo oculto que semeia erros e desgraças na história humana”.

João Paulo II em 24 de maio de 1987., no santuário de São Miguel Arcanjo no monte Gargano, disse: “o demónio continua vivo e ativo no mundo”

Neste sentido é importante recordar o alerta de Paulo VI: “Uma das maiores necessidades da Igreja é a defesa contra este mal chamado Satanás.”

Como nos defender?

É importante saber que o demónio age de modo ordinário, isto é comum, e de modo extraordinário, para atingir tanto cristãos praticantes, e como a sociedade em um todo. A sua tática é levar os homens a se rebelarem contra Deus.

Primeiro ataca de modo ordinário, isto é, o modo mais comum. Este ataque vem pela tentação. O demónio não tem o poder de obrigar os homens a fazer ou deixarem de fazer algo; por isso procura convencê-los para que se deixem conduzir pelo seu mal. Ele tem como objetivo levar o homem a ruína espiritual; propondo um mal sob a aparência de um bem, procurando arrastá-lo ao desejo desse mal, isto é, ao pecado.

A primeira das tentações é contra o amor: leva a pessoa a destruir os laços familiares, separa amizades, semeia a desunião na Igreja. Ele faz isso para trazer desordem na sociedade, começando pela família.

A segunda das tentações é a cobiça, isto é, o desejo desenfreado de possuir coisas. A cobiça esquece o valor da verdade, justiça e honestidade.

E a terceira tentação é a soberba, que é a pretensão de ser melhor que os outros. Este foi o pecado de Lúcifer, o chefe dos demónios, julgava-se tão perfeito, ao ponto de imaginar que não precisava de Deus. Quantas vezes o demónio tenta nos levar a diminuir os outros, dando-nos a impressão que estamos sempre certos. E assim algumas pessoas passam a ser nossa inimigas.

Qual deve ser a nossa reação?

O melhor de todos os conselhos foi dado por Jesus aos apóstolos: “Vigiai e orai para que não entreis em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca.” (Mt 26,41)

A primeira arma é a oração: pessoal, familiar e com a Igreja. Nossas casas tem que ser pequenas igrejas, unidas a Igreja de Cristo.

A Eucaristia tem que estar no centro de toda a caminhada espiritual. Aí Jesus se oferece como luz, alimento e remédio. A missa dominical é a coroa de toda a semana, e feliz de quem tem a possiblidade de participar também durante a semana. A visita ao Santíssimo Sacramento, no mínimo uma vez por semana, é uma fonte de muitas graças. Evidentemente, o estado de vigilância também é mantido por meio do sacramento da reconciliação

Entre a muitas armas de oração temos o terço de Nossa Senhora, também chamado de pequeno exorcismo, por uma oraçao simples onde repetimos aquilo que mais o demônio teme: a Palavra de Deus.

Os exorcistas aconselham o uso dos sacramentais: água, sal, óleo e vela. 

É claro que é necessário estar atentos ao que vemos, ouvimos e falamos, pois estas são portas por excelência usadas pelo demônio para nos seduzir com suas tentações. Pelos nossos sentidos, o coração é envenenado, a mente corrompida, as palavras tornam-se duras e a ação leva-nos à queda. E neste momento nos afastamos de Deus, pois Ele habita onde reina o amor derramado em nossos corações pelo Espírito Santo.

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A importância do Batismo no Espírito Santo

julho 22, 2011

O acontecimento decisivo para a Igreja iniciar a missão recebida de Jesus deu-se por ocasião do seu batismo no Espírito. Todos os presentes no cenáculo de Jerusalém foram mergulhados ou imersos no poder do Espírito Santo. Esta experiência pentecostal passará a ser prática normal para a vida e crescimento da Igreja. O ensino bíblico e também da Igreja primitiva, não deixa margens para dúvidas: a vida cristã autêntica começa com a decisão de seguir a Jesus, que para se manter necessita do dom do Espírito Santo. O motivo é muito simples: Jesus é aquele “ que batiza no Espírito Santo” (Mt 3,11; Mc 1,8; Lc 3,16; Jo 1,33). A vinda do Espírito Santo em Pentecostes abriu as portas do cenáculo para a Igreja ser apresentada para o mundo com impacto “ veio do céu um ruído, como se soprasse um vento impetuoso…”(Atos 2,2). Neste dia cumpriram-se as promessas de Jesus:

 “ Eu vos mandarei o Prometido de meu Pai; entretanto, permanecei na cidade, até que sejais revestidos da força do alto.”(Lc 24,49);

porque João batizou na água, mas vós sereis batizados no Espírito Santo daqui a poucos dias.”(Atos 1,5).

Nestas duas pequenas passagens observamos como Jesus fez questão de indicar para os discípulos a importância de estar “cheios do Espírito”. Ele não quer somente seguidores convencidos intelectualmente, bem preparados para executar trabalhos ou com boa vontade. 

O revestimento da força do alto ou o batismo no Espírito é a experiência de ser mergulhado no amor e poder de Deus, trazendo para a pessoa uma transformação interior marcante e uma coragem nova para anunciar o Evangelho: “ mas descerá sobre vós o Espírito Santo e vos dará força, e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria e até os confins do mundo.”(Atos 1,8).

Pentecostes não foi um fim em si mesmo, isto é, uma experiência somente para aquele momento do início da Igreja. Pedro afirma à multidão reunida diante do cenáculo : “ a promessa é para vós, para os vossos filhos e para todos os que ouvirem de longe os apelos do Senhor, nosso Deus.” Atos 2,39). Estas palavras demonstram a consciência que para viver de um modo eficaz a fé, como autêntico discípulo de Cristo, é necessária esta plenitude do Espírito.


O operário alcoólatra que virou santo

julho 15, 2011

Matt Talbot nasceu na pobreza e começou a trabalhar como operário em Dublín, Irlanda, sendo ainda um menino. Não teve acesso a nenhum tipo de instrução. O ambiente familiar era dominado pelo vicio de beber do pai e alguns de seus irmãos. A mãe era uma fervorosa católica, que sofria em ver o estado de sua família.

Aos 12 anos começa a trabalhar em um local onde eram engarrrafadas cervejas. Aí começa o vício do álcool. Aos 16 anos era um alcoólatra crônico, que tinha como único prazer beber. Ao mesmo tempo, começou a se afastar de toda a prática religiosa. A mãe e uma das irmãs jamais o abandonaram, acreditavam que um dia Deus operaria um milagre em sua vida.

 O pai na tentativa de afastá-lo do vício da cerveja, o levou para trabalhar junto com ele nas docas do porto, onde, entre outras coisas, se ocupava com a importação diferentes bebidas alcóolicas. Foi o mesmo que cair na panela do diabo, pois da cerveja passou para as bebidas fortes.

 Quantas vezes entrava em casa sem os sapatos, porque os havia trocado por uma garrafa de bebida. Quando despertava de sua bebedeira sentia uma profunda vergonha ante Deus. Mas cada vez que chegava o dia do pagamento, ao ver-se com dinheiro, não tinha a força de vontade e sucumbia em  tentação. Seu alcoolismo chegou a ser crônico. Vendeu tudo o que tinha para sustentar  o seu vício.

 Repentinamente, quando já havia completado 28 anos, e já se notavam os sinais inconfundíveis da sua dependência ao álcool, tomou a decisão de abandonar o vício. Neste dia, jogou pela janela um copo com bebida e jurou nunca mais beber. Ninguém jamais soube os motivos desta sua inesperada transformação. Certamente não foi um mero cansaço ou repugnância, nem o medo da dependência física, mas uma ação profunda da graça de Deus.

 O dia de sua libertação da escravidão do vício do álcool ficou guardado para sempre em sua memória. Vestiu a sua melhor roupa, e se dirige ao Colégio de Santa Cruz, onde pede para falar com um padre. Faz uma confissão. O sacerdote o aconselha a fazer o seu voto por três meses. No dia seguinte participa da missa, comunga e sai renovado pela presença de Jesus. Matt reconhece na comunhão diária  o meio para receber a força espiritual para manter a decisão de não mais beber.

 O momento mais difícil para manter a sobriedade é a tarde, depois do trabalho. Para evitar a tentação, realiza passeios pela cidade. Não obstante, um dia entra em um bar cheio clientes. O garçom parece ignorar Matt, sentindo-se ofendido por essa desatenção, sai a toda pressa da sala, decidido a não pôr nunca mais os pés em um bar.

 Matt se dá conta de outra dificuldade: o álcool debilitou sua saúde e se cansa nos passeios para evitar a tentação dos bares. Passa então também a entrar em uma igreja e, de joelhos ante do sacrário, fica a rezar, suplicando a Deus que o fortaleça. Desse modo adquire o costume de freqüentar a casa de Deus, e visitar Jesus Sacramentado.

 Os três meses parecem intermináveis, pois as conseqüências da falta de álcool (alucinações, depressão e náuseas) tornam  esse tempo um verdadeiro calvário. Em alguns momentos, a antiga dependência torna-se violenta, como se fosse impossível resistir ao desejo de beber novamente. Usa como remédio lutar desesperadamente, prolongando suas orações. Um dia, voltando para casa desanimado, diz com tristeza a sua mãe: «É inútil, mamãe, quando se cumprirem os três meses voltarei a beber…». Ela como era uma mulher profundamente religiosa o conforta e anima a continuar rezando. Ele segue o conselho ao pé da letra, toma gosto pela oração e encontra nela sua salvação.

 Efetivamente, a oração ajuda a que saiamos de situações humanamente desesperadas. Para Deus tudo é possível (Mt 19, 26). São Alfonso María do Ligorio, doutor da Igreja, afirma: «A graça de orar se concede a todo mundo, de sorte que se alguém se perde carece de desculpa… Orem, orem, orem, e não abandonem nunca a oração, pois quem ora se salva certamente, quem não ora se condena certamente» (cf. CEC, 2744).

 Cumpridos os três meses, surpreso de ter «agüentado o gole», Matt renova seu voto por seis meses mais, ao término dos quais se comprometerá para sempre a não beber mais álcool. A oração da mãe e da irmã alcançou a graça implorada. A mudança foi total na vida de Matt, não se libertou somente do vício terrível do álcool, mas foi renovado em sua fé, voltando para Deus e a Igreja com entusiasmo.

 Pouco a pouco aprende a escrever para conhecer a doutrina cristã e ler os livros da vida dos grandes santos para poder crescer no seu amor a Deus. O sorriso nos lábios e a sua humildade o transformaram em um apóstolo no meio dos outros operários. Pelo seu exemplo de vida ajudou muitos colegas a saírem do vício e também a voltarem para a prática da religião.

 As armas para se manter firme na nova vida de filho de Deus foram  durante a vida inteira a Eucaristia diária, oração intensa, leitura espiritual, devoção mariana e dedicação ao trabalho. Sua jornada começava às duas da madrugada. De joelhos rezava até que os sinos chamavam para a missa; depois ia para trabalho e chegava entre os primeiros. Apesar de ganhar pouco ainda compartilhava com os mais pobres. Durante muitas noites cuidava algum amigo doente.

 Obteve a vitória. Viveu por 40 anos em completa sobriedade em união com Cristo até sua morte. Ele viveu intensamente a palavra do Senhor: “… o Reino dos céus é arrebatado à força e são os violentos que o conquistam.” (Mt. 11,12). Mas não se esqueceu dos que sofrem este terrível vício. “Nunca despreze a um homem que não pode deixar de beber”, disse a sua irmã em uma ocasião, “é mas fácil sair do inferno”.

 Matt Talbot é um modelo para todos os homens. Em um tempo em que não existiam comunidades de recuperação ou terapêuticas, ele somente com a força da fé foi capaz de vencer o vício. Às vítimas do alcoolismo ou da dependência de drogas, como também qualquer outro problema,   demonstra com seu exemplo que, com a graça de Deus, é possível se libertar de qualquer escravidão.

Este é um capítulo do livro ELES ENCONTRARAM A FELICIDADE, E VOCÊ?   http://www.lojaencontrocomcristo.com.br/produtos_descricao.asp?lang=pt_BR&codigo_produto=251

 


Precisamos do Espírito Santo!

maio 28, 2011

Nosso Senhor Jesus Cristo nos revela que existe somente uma forma para provar que somos seus discípulos: “Se me amais, guardareis os meus mandamentos.” (Jo 14,15).

Para Jesus o testemunho do nosso amor por Ele,deve se manifestar na alegria de viver o evangelho. E isso não se faz somente com boas intenções ou palavras bonitas, mas sobretudo através de atos. Ninguém pode dizer amar a Jesus e ao mesmo tempo fazer o mal. O egoísmo, ódio, mentira, desonestidade, adultério, violência…são próprios de quem não vive Jesus.

Pelas nossas próprias capacidades jamais seríamos capazes de viver assim. Por isso, a quem esta pronto a amar e viver os seus mandamentos, Jesus promete: “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Paráclito, para que fique eternamente convosco.” (Jo 14,16)

A palavra Paráclito, em grego tem vários significados: pessoa que ajuda em uma situação de angústia, defende de algum perigo, aconselha…

Jesus mostra aos seus discípulos a importância do Espírito Santo: quem o tem recebe força e luz para enfrentar a vida,e mudar da derrota para a vitória. O Espírito Santo é um dom, isto é, presente gratuito para quem?

Jo 14,15-16

“Se me amais, guardareis os meus mandamentos.E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Paráclito, para que fique eternamente convosco.”

Espírito Santo tem como missão continuar a obra de Jesus. Ninguém experimenta a alegria do amor de Deus,e a manifestação de suas maravilhas,se não estiver cheio do Espírito Santo. Aí esta a causa da força o fraqueza de muitos cristãos.

Sto. Inácio de Antioquia, que morreu mártir em Roma, no início do II século, afirmava que o Espírito Santo é como uma fonte jorrando no coração e sussurra: “Vem, vem para Deus”.

São João Maria Vianney escreveu “Aqueles que possuem o Espírito Santo não produzem nada de mau; todos os frutos os frutos do Espírito Santo são bons…quando se possue o Espírito Santo, o coraçao dilata-se e mergulha no amor de Deus.”

O Espírito Santo nos ajuda a entender a necessidade de buscar a Deus, e a viver a fé com entusiasmo. Ele dá força para vencer o pecado, acabar com a escravidão dos vícios, e crer em milagres. O Espírito Santo tira o medo de testemunhar Jesus.

Não podemos tratar o Espírito Santo como um estranho, Ele habita em nós, pois o recebemos no batismo. Deixá-lo agir significa a coragem para se tornar uma nova criatura, um outro Cristo.

O Espírito Santo precisa de nós para ser Paráclito. Ele quer consolar, defender, exortar; mas não tem boca, mãos, olhos para «dar corpo» a seu consolo. Uma vez transformados por Ele, as nossas mãos, nossos olhos, nossa boca passam a ser o canal para chegar nas pessoas e no mundo.

Precisamos reconduzir a Igreja ao cenáculo, para isso precisamos pedir todos os dias ao Espírito Santo para que nos guie e ilumine.

Reze comigo:

Oração_ao_Espírito_Santo


O assalto do demônio: as tentações

fevereiro 18, 2011

Um dos maiores inimigos da vida cristã vitoriosa é não compreender ou não levar a sério as palavras de Nosso Senhor em Mt 26,41: “Vigiai e orai para que não entreis em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca.” Vigiar significa jamais perder a consciência de que todos estão sujeitos a tentação. E ninguém vence a tentação sozinho, daí a importância da união com Deus pela oração.

 A igreja primitiva tinha muito claro a importância da atitude de vigilância para não cair nas armadilhas de Satanás. Eles ensinavam, por exemplo:

 – “o diabo rouba ao homem as virtudes da alma, leva-o ao vício, priva-o da liberdade, tornando-o escravo; arrebata-lhe os bens espirituais, extinguindo nele o temor de Deus, e incentivando-o a praticar as misérias da vida presente.(Orígenes)

 –  Satanás “é o grande inimigo do homem.”(Tertuliano)

 -“A esperta serpente não tem outra ânsia, outro cuidado, nem outro negócio, senão derramar o sangue das almas” (São Bento)

 O Catecismo do Concílio de Trento diz: “O demônio nos faz uma guerra sem descanso e persegue-nos com uma raiva mortal. Eis porque suplicamos a Deus para nos livrar do mal e do maligno.”

 Um dos erros da prática cristã de muitas pessoas esta em negar a existência do demônio ou a ignorância sobre esta questão.Nos dois casos fica o espaço para que Satanás semeie a sua terrível destruição.

 Os ataques de Satanás acontecem, principalmente, em três dimensões:

 – tentação

Infestação pessoal e de lugares

e mais raramente a possessão.

 Quero convidar você a reconhecer como o maligno age colocando-nos à prova por meio da tentação. A tentação é um estímulo ao mal que encontra apoio em mente e sensibilidade. Muitas tentações surgem dos apelos do mundo para que a gente pratique a mentira, desonestidade, o abuso do sexo, infidelidade matrimonial, experimente e se torne escravo das drogas, abuse do álcool…  e tantas outras seduções. Para nos levar a pecar, “Satanás se transfigura em anjo de luz…”(2Cor 11,14).Para isso, usa todos os meios capazes de atrair nossa atenção, e nos fazer cair em pecado.

 Santo Agostinho dizia: “O demônio ilude-nos com a sombra das coisas passageiras; com as ilusões nos engana e, ao enganar-nos, provoca-nos a morte.”

 A tática do demônio é encontrar o nosso ponto mais fraco.Pode ser a nossa própria vida espiritual fria ou morna, a saúde, a família, os problemas financeiros e profissionais, a afetividade…

 Se ele não encontrar nada nestas áreas, ele não desanima, porque sabe como desviar as mentes e corações do propósito de amar, servir e louvar a Deus.

 O nosso mundo com o destaque para a busca de uma condição melhor de vida,a ênfase sobre a importância da diversão,a facilidade de comunicação via internet,podem se tornar, se não vigiamos,nos novos frutos proibidos apresentadospela terrível serpente para desviar a nossa atenção de Deus. Observe como as pessoas estão sempre conectadas:Celular, Ipod, redes sociais…Exercício físico, as baladas, viagens… O pecado não esta nas atividades ou tecnologia,e sim no modo como são nos relacionamos com estas realidades.

 Na tentação o diabo sugere,quem consente e peca somos nós. Se resistimos com o escudo da fé, Satanás não tem como entrar em nossa vontade. Paulo nos diz em I Cor 10,13: “Não vos sobreveio tentação alguma que ultrapassasse as forças humanas. Deus é fiel: não permitirá que sejais tentados além das vossas forças, mas com a tentação ele vos dará os meios de suportá-la e sairdes dela.”

 

Oração para vencer as tentações

 Senhor Jesus, daí-me forças para suportar as dificuldades,

e sabedoria para me afastar do mal e das tentações.

Que todos os meus passos, atos, desejos e pensamentos,

sejam retos aos Teus olhos;

que em meu coração cresça a vontade de amar, louvar e servir a Deus.

Cria em mim um espírito de vigilância,

 para que possa reconhecer as mentiras de Satanás.

Afasta de mim este terrível inimigo e sua astúcia,

e repreende todas as suas artimanhas contra a minha vida

Guarda-me, Senhor Jesus; Guia-me. Eu Te peço e agradeço. Amém.


Existe possessão do demônio nas casas?

fevereiro 4, 2011

 

 Os demónios conheciam bem Jesus e não suportavam a Sua presença, porque Ele tinha vindo para arruinar e destruir o seu reino. Jesus tinha o poder de os expulsar e exerceu-o muitas vezes: “Pela tarde, apresentaram-lhe muitos possessos de demônios. Com uma palavra expulsou ele os espíritos e curou todos os enfermos.”( Mt 8,16). Os espí­ritos do mal nada podiam contra Ele.

 Aquilo que Jesus fez tantas vezes não podia parar ali, deveria continuar depois da Sua ressurreição. Por isso, Jesus conferiu aos seus discípulos o poder de expulsar os demó­nios: “Então chamou os Doze e começou a enviá-los, dois a dois; e deu-lhes poder sobre os espíritos imundos.”( Mc 6,6).

 E os discípulos agiram com esta autoridade, como lemos em Mc 6,13: “Expeliam numerosos demônios, ungiam com óleo a muitos enfermos e os curavam.”A ordem de Jesus para expulsar os demôniosnão foi somente para os discípulos, mas para a Igreja em todos os tempos. Hoje, com a autoridade que Jesus nos deu e em seu nome, podemos fazer aquilo que Jesus fez.

 Atualmente, assistimos ao fenómeno da possessão diabólica não só nas pessoas, mas também nas casas e nos objectos. Chama-se a isso de infestação. Dizem os exorcistas que nos lugares onde existe a prática da magia, feitiçaria, satanismo, com a finalidade de provocar o mal para os outros, mais facilmente existe a infestação de casas. Os “sintomas” mais comuns da infestação das casa é o movimento estranho de coisas, barulhos sem explicação, odores. Também é possível causar mal estar toda vez se se entra no local, como causar desarmonia e outros problemas semelhantes entre os seus moradores.A infestação não causa possessão nas pessoas.

 O Brasil é citado como um dos países mais dominados pela influência de crenças supersticiosas e voltadas para fazer o mal para as pessoas. Uma multidão de pessoas de todas as classes sociais procura astrólogos, tarólogos, magos… para saber do futuro, como realizar seus negócios e, infelizmente, também como destruir os inimigos ou concorrentes. Daí a importância de criar como que uma barreira para que o mal não afete os moradares ou quem frequenta aquele lugar.

 É muito comum parentes, pessoas próximas, pessoas próximas sentirem, ciúmes da felicidade de uma família, ou inveja da prosperidade, e assim tentarem fazerem algum tipo de mal para destruir a harmonia familiar ou o sucesso do trabalho ou negócio.

 O primeiro passo é  Certificar-se de estar unido a Jesus. O demônio nao pode afetar a pessoa ou ambiente vivendo no Senhorio de Jesus.

 Segundo passo não dê espaço em seu coração, casa, família para o pecado. Se reconhecer alguma mentira, desonestidade, ciúme…faça uma confissão e repare o mal.

 Terceiro passo: faça uma asperção da casa com a água benta, rezando Salmo 90 e o pequeno exorcismo de Sao Miguel, ou a oração de libertação de todo mal (abaixo)

 Quarto passo: rezem o terço em família e não faltem a missa dominical.

 Quinto passo: não tenha medo de queimar ou quebrar qualquer objeto ou folheto ligado a alguma falsa doutrina.

 Este pequenos e simples atos de fé tem o poder para devolver para as casas, famílias e ambientes de trabalho a paz, harmonia e prosperidade.

 

Pequeno exorcismo de São Leão XIII

 São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate, sede o nosso refúgio contra as maldades e ciladas do demônio. Ordene-lhe Deus, instantemente o pedimos, e vós, príncipe da milícia celeste, pela virtude divina, precipitai no inferno a satanás e aos outros espíritos malignos, que andam pelo mundo para perder as almas.

 

Oração de libertação de todo mal

 Eis aqui a † Cruz de nosso Senhor Jesus Cristo,

que garante a salvação e a vida eterna,

a † Santa Cruz que derrota todos os espíritos malignos.

† Retira-te de nós, habitante das trevas, oposto aos desígnios do Deus Altíssimo.

† Afasta-te, não importa porque meio tenhas vindo:

bruxaria, feitiçaria, malefícios, magia negra,

maldições familiares, mal oculto, amarrações.

Sob o comando de São Miguel Arcanjo, que te precipitou nos infernos,

assim te ordenamos, espírito maligno,

inimigo do gênero humano,

que não voltes mais a fazer mal a nós aqui presentes. Amém.

Pe. Pio enfrentando o demônio – filme sobre a vida do santo


Vencendo a indiferença

novembro 26, 2010

Quero partilhar com vocês uma figura religiosa marcante da nossa Igreja católica. Trata-se do bispo Fulton Sheen. Reservem um tempo para acompanhar três de suas pregações. Ouçam com os ouvidos, vejam com os olhos, mas acima de tudo acolham com o coração as palavras deste grande homem de Deus.

Para os que desconhecem o arcebispo Fulton Sheen, ele foi um nobre príncipe da Igreja que, durante cerca de 60 anos, sustentou vigorosa atividade pública nos EEUU, primeiramente no rádio, e após na TV, onde se manteve como um dos líderes de audência com seu programa semanal de 30 minutos “Life is Worth Living”, nos períodos de 1952 a 56 (numa cadeia de pequenas redes de televisão) e de 1958 a 1968 (em cadeia nacional).

http://www.pa7.tv.br/media/540/Vencendo_a_indiferença_-_parte_1/

http://www.pa7.tv.br/media/541/Vencendo_a_indiferença_-_parte_2/

http://www.pa7.tv.br/media/542/Vencendo_a_indiferença_-_parte_3/