Precisamos do Espírito Santo!

maio 28, 2011

Nosso Senhor Jesus Cristo nos revela que existe somente uma forma para provar que somos seus discípulos: “Se me amais, guardareis os meus mandamentos.” (Jo 14,15).

Para Jesus o testemunho do nosso amor por Ele,deve se manifestar na alegria de viver o evangelho. E isso não se faz somente com boas intenções ou palavras bonitas, mas sobretudo através de atos. Ninguém pode dizer amar a Jesus e ao mesmo tempo fazer o mal. O egoísmo, ódio, mentira, desonestidade, adultério, violência…são próprios de quem não vive Jesus.

Pelas nossas próprias capacidades jamais seríamos capazes de viver assim. Por isso, a quem esta pronto a amar e viver os seus mandamentos, Jesus promete: “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Paráclito, para que fique eternamente convosco.” (Jo 14,16)

A palavra Paráclito, em grego tem vários significados: pessoa que ajuda em uma situação de angústia, defende de algum perigo, aconselha…

Jesus mostra aos seus discípulos a importância do Espírito Santo: quem o tem recebe força e luz para enfrentar a vida,e mudar da derrota para a vitória. O Espírito Santo é um dom, isto é, presente gratuito para quem?

Jo 14,15-16

“Se me amais, guardareis os meus mandamentos.E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Paráclito, para que fique eternamente convosco.”

Espírito Santo tem como missão continuar a obra de Jesus. Ninguém experimenta a alegria do amor de Deus,e a manifestação de suas maravilhas,se não estiver cheio do Espírito Santo. Aí esta a causa da força o fraqueza de muitos cristãos.

Sto. Inácio de Antioquia, que morreu mártir em Roma, no início do II século, afirmava que o Espírito Santo é como uma fonte jorrando no coração e sussurra: “Vem, vem para Deus”.

São João Maria Vianney escreveu “Aqueles que possuem o Espírito Santo não produzem nada de mau; todos os frutos os frutos do Espírito Santo são bons…quando se possue o Espírito Santo, o coraçao dilata-se e mergulha no amor de Deus.”

O Espírito Santo nos ajuda a entender a necessidade de buscar a Deus, e a viver a fé com entusiasmo. Ele dá força para vencer o pecado, acabar com a escravidão dos vícios, e crer em milagres. O Espírito Santo tira o medo de testemunhar Jesus.

Não podemos tratar o Espírito Santo como um estranho, Ele habita em nós, pois o recebemos no batismo. Deixá-lo agir significa a coragem para se tornar uma nova criatura, um outro Cristo.

O Espírito Santo precisa de nós para ser Paráclito. Ele quer consolar, defender, exortar; mas não tem boca, mãos, olhos para «dar corpo» a seu consolo. Uma vez transformados por Ele, as nossas mãos, nossos olhos, nossa boca passam a ser o canal para chegar nas pessoas e no mundo.

Precisamos reconduzir a Igreja ao cenáculo, para isso precisamos pedir todos os dias ao Espírito Santo para que nos guie e ilumine.

Reze comigo:

Oração_ao_Espírito_Santo

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Quer ser curado?

maio 11, 2011

No evangelho de São João temos a história inspiradora do paralítico que ficava esperando a cura à beira de um poço. A pessoas acreditavam que água do poço era movimentada pelos próprios anjos e quando isso acontecia, quem entrasse primeiro no tanque seria curado de todos os males. O pobre homem nunca conseguia se arrastar até o tanque a tempo. Jesus se encontrou com aquele homem naquela situação, e fez uma pergunta simples e direta, conforme Jo 5,6: “Queres ficar curado?”.

 Esta pergunta de Jesus é importantíssima. Por quê?. Para as coisas ruins de nossa vida mudarem e se transformarem em benção, é necessário olhar para além das circunstâncias. O paralítico tinha apenas o tanque como esperança, por isso responde para Jesus em Jo 5,7: “Senhor, não tenho ninguém que me ponha no tanque, quando a água é agitada”.

 Muitas vezes centralizamos nossa vida em algo que achamos que será a única solução. O paralítico pensava somente no tanque, não sendo capaz de entender que Jesus estava dizendo: você quer o tanque ou a cura?Quanta semelhança com o modo como as pessoas enfrentam os seus problemas. A solução continua sendo a mesma. E qual é? O homem à beira do poço foi curado somente quando olhou para Jesus e obedeceu a sua palavra. Não precisou esperar a água ser agitada e entrar no poço. Em Jo 5,8-9 “Ordenou-lhe Jesus: Levanta-te, toma o teu leito e anda. No mesmo instante, aquele homem ficou curado”

 Olhe para Jesus, deixe a sua luz entrar em seus problemas e você também experimentará continuamente a sua cura.

 

Oração para Cura Física

Senhor Jesus, creio que estás vivo e ressuscitado. Creio que sempre falas comigo pela Palavra; creio que estás presente realmente no sacramento do altar para me alimentar; creio que respondes as orações de todos os que te buscam de coração.

Eu te louvo e adoro. Te rendo graças, Senhor, por teres vindo por amor de mim, como Pão vivo descido do céu. Tu és a plenitude da vida, em ti ninguém é esquecido, de ti vem o perdão, a paz e a saúde.

Visita-me com o teu auxílio, e renova-me com o teu poder. Tem compaixão de mim e abençoa-me em todas as minhas necessidades.

Cura-me, Senhor Jesus.
Cura-me em meu espírito, dando-me vitória diante do pecado.
Cura-me em minhas emoções, fechando as feridas das minhas mágoas, frustrações, rancores ou ódios…
Cura-me em meu corpo, devolvendo-me a saúde física.

Hoje, Senhor, te apresento com total confiança a(s) minha (s) doença(s):… (diga o nome da sua(s) doença(s)) e te peço cura-me completamente, como curaste os doentes que te procuravam quando estiveste aqui na terra.

Eu creio como promete a Palavra: “Carregou os nossos pecados em seu corpo sobre o madeiro, para que, mortos aos nossos pecados, vivamos para justiça. Por fim, por suas chagas fomos curados (1Pdr 2,24).”

Estou seguro do teu amor por mim, e mesmo antes de ver os resultados da minha oração, eu te digo com fé: Obrigado, Senhor Jesus, pela bênção que já estás derramando em meu favor.


Receba a cura

abril 1, 2011

Quando Jesus passou aqui pela terra proclamou a Boa Nova com palavras e obras. A pregação de Jesus era sempre acompanhada pela manifestação de conversões, curas e milagres.

 Os doentes iam sozinhos ou eram levados até Jesus. O Espírito Santo quis que ficasse guardado nos evangelhos um milagre surpreendente. Trata-se de uma cura a distância. Aqui temos uma revelação consoladora sobre o poder da oração: nem sempre quem reza pelos doentes pode estar junto deles, e mesmo assim esta oração é eficaz. O motivo é muito simples: a oração é feita em nome de Jesus, e não tem limites de tempo ou espaço. Em Mt 18,19-20 lemos: “Digo-vos ainda isto: se dois de vós se unirem sobre a terra para pedir, seja o que for, consegui-lo-ão de meu Pai que está nos céus. Porque onde dois ou três estão reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.”

 No início de meu ministério sacerdotal, estando em Sorocaba, uma cidade do interior de São Paulo, distante 100 km de minha cidade. Fui procurado pelos parentes de uma pessoa com câncer terminal. Era tarde da noite, eu tinha que voltar para São Paulo. Tinham nas mãos uma fotografia do enfermo, lembro ter feito uma breve oração em nome de Jesus. No ano seguinte encontrei esta pessoa: estava curado!

 Quero convidar você a exercitar a fé a seu favor, se estiverem enfermos, ou a interceder por seus parentes e amigos. Jesus deseja tocar em todas as suas enfermidades e dar a saúde. Em Lc 7,2-3 esta escrito: “Havia lá um centurião que tinha um servo a quem muito estimava e que estava à morte.  Tendo ouvido falar de Jesus, enviou-lhe alguns anciãos dos judeus, rogando-lhe que o viesse curar.”Aqui temos a primeira chave para receber resposta nas nossas orações: Tendo ouvido falar de Jesus.

O centurião romano ouviu o testemunho do efeito da Palavra de Jesus, e movido pela certeza deste poder, foi a Jesus pedir a cura do servo. Nesta atitude aprendemos que a fé não é somente crer em Deus. Eu posso crer em Deus e não possuir a fé para deixar Seu poder agir. Quantas pessoas já me disseram: Estou a tantos anos na igreja, e Deus nunca respondeu a minhas orações. Qual é o problema? Estas pessoas não ouvem a voz de Deus. Não deixam a Sua Palavra chegar ao coração.

 O centurião romano estava convencido de que Jesus podia curar seu servo. Esta é a fé bíblica. A fé é a convicção de que Deus cumpre as promessas de Sua Palavra. Ele foi capaz da dar o testemunho de sua confiança em Jesus, ao ponto de declarar: “Senhor… não sou digno  de que entres em minha casa… mas dize somente uma palavra  e o meu servo será curado.” (Lc 7,6.7). Estas palavras demonstram que a fé libera o poder de Deus.

A cura do servo do centurião ficou guardada no evangelho para ser de estímulo para a nossa fé. Sim, hoje os milagres continuam acontecendo.

 Um exemplo é testemunho enviado por Izalina Adão de Guarapari, Espírito Santo. Em 2009 foi diagnosticado um tumor no cérebro do pai. Os médicos resolveram operá-lo, porém, não deram muitas esperanças. Ele corria o risco de vida, e se sobrevivesse teria muitas seqüelas. Ele foi operado. E os médicos afirmaram que ele teria somente 3 meses de vida.

Naqueles dias ela recebeu a nossa carta mensal, com um testemunho cura de tumor, semelhante ao de seu pai. No coração de D. Izalina veio a convicção da cura do pai. Todos os dias acompanhava o programa, ouvia a Palavra, rezava e abençoava a água.

 Passado um ano, o pai estava vivo, depois de fazer os exames de rotina, em setembro de 2010, os médicos ficaram surpresos: o tumor tinha desaparecido.

Um dos médicos disse: “Se vocês tem fé e acreditam em Deus, o milagre esta diante de vocês.”

Para algumas pessoas isso talvez signifique exagero ou locura. Eu somente posso dizer: tenho visto Deus realizar milagres. Sim existe muito mais a nossa disposição.

 

 

Restituição instantânea da perna do coxo de Calandra

Pode, porventura, uma perna amputada e enterrado por 2 anos e meio, em pleno contato com a terra, ser reimplantada ao corpo?

Sim, pelo nosso Deus do Impossível.

O relato:

“Vittorio Messori é um conhecidíssimo escritor italiano, jornalista e historiador famoso que publicou em 1998 um estudo sobre um fato acontecido em Calanda em 1640. Calanda é um vilarejo de Zaragoza, na Espanha, sem nenhuma significação social.

Jean Martini Charcot, famoso líder do positivismo religioso do século XIX, certa vez comentou: “Ao consultar o catálogo de curas chamadas milagrosas, nunca se tem podido comprovar que a fé tenha feito reaparecer um membro amputado”.

Pois bem, foi isso exatamente o que aconteceu em Calanda: uma perna amputada foi reimplantada miraculosamente depois de mais de dois anos de enterrada. Este acontecimento extraordinário, sobrenatural, foi estudado exaustivamente, com todo o rigor científico, por Messori no seu livro “O grande milagre”.

Entre as dez e onze da noite do dia 29 de março de 1640, enquanto Miguel Juan Pellicer (camponês de 23 anos), dormia em sua casa foi-lhe “reimplantada” – repentina e definitivamente – a sua perna direita. A perna, feita em pedaços pela roda de um carro e posteriormente gangrenada, foi-lhe amputada no fim de outubro de 1637 (2 anos e 5 meses antes da impressionante “restituição”), no hospital público de Zaragoza.

Cirurgiões e enfermeiros realizaram sucessivamente a cauterização do toco da perna com um ferro em brasa. O processo e a investigação foram abertos 68 dias depois e se prolongaram por muitos meses, sendo presidido pelo Arcebispo de Zaragoza, assistido por nove juizes, com dezenas de testemunhos e um rigoroso respeito às normas prescritas pelo Direito Canônico.

A sentença do processo declarou que a perna reimplantada de maneira tão repentina era a mesma que fora cortada e em seguida enterrada. Este fato foi certificado apenas 3 dias depois de que ocorrera e no mesmo lugar do acontecimento, por um notário (de outra cidade e, portanto, sem relação com o caso), por meio do habitual instrumento legal, garantido igualmente pelo juramento de muitas testemunhas oculares.

A partir do testemunho do protagonista e de outros testemunhos, se chegou à conclusão de que o milagre foi devido à intercessão de N. Sra. do Pilar, a quem o jovem sempre fora particularmente devoto, à qual se havia encomendado antes e depois da amputação de sua perna, e em cujo santuário de Zaragoza tinha pedido e obtido autorização para pedir esmola.

Quando pode enfim sair do hospital com uma perna de madeira e duas muletas, untava diariamente o seu toco de perna com o azeite das lâmpadas acesas na Santa Capela do Pilar. Isto é precisamente o que sonhou que estava fazendo, em Calanda, na noite em que adormeceu com uma única perna e foi despertado por seus pais poucos minutos depois, possuindo outra vez as duas pernas.

Sobre a verdade do fato nunca se levantou voz alguma de dúvida, nem na ocasião nem depois, nem no povoado nem em nenhum outro lugar. Após a conclusão positiva do processo, o próprio rei da Espanha, Felipe IV, ordenou que chamassem ao seu palácio de Madrid o jovem do milagre, ajoelhando-se em sua presença para beijar-lhe a perna milagrosamente “restituída”.

A forma como aconteceu o acidente, em julho de 1637, está assentado no livro de registros do Hospital Real de Valência, no dia 3 de agosto do mesmo ano, detalhando como ia vestido, e autenticado com a assinatura do encarregado do registro (Pedro Torrosellas). A constatação do processo avançado de gangrena no Real Hospital de Nuesta Senora de Gracia, em Zaragoza, consignado na consulta médica presidida pelo professor Juan de Estanga, diretor daquele departamento da universidade de Zaragoza; a amputação da perna direita feita pelos cirurgiões Estanga e Millarnelo; a maneira como foi depositada a perna pelo praticante Juan Lorenzo Carcia na capela do hospital e mostrada ao capelão e administrador do mesmo hospital, Pascual do Cacho; etc, etc…

0 médico lhe advertia que, além da possível infecção, o óleo mantinha uma umidade que retardava a completa cicatrização da ferida. Durante toda sua estadia em Zaragoza, Miguel Juan Pellicer passava o dia pedindo esmola na porta da Basílica do Pilar. À noite ia dormir no “Mesón de las Tablas” quando tinha dinheiro para pagar ao proprietário; se não, dormia num banco do hospital. Em marco de 1640, Miguel Juan Pellicer, esgotado pela vida miserável que levava, decidiu voltar a Calanda apesar do seu desejo de ficar junto à Basílica de “La Virgen del Pilar.”

Todos em Calanda e nas vilas limítrofes por onde Miguel Juan Pellicer, montado num jumento, ia pedindo esmola, conheciam o jovem sem a perna direita. Dois anos e quase cinco meses após a amputação da perna direita. Precisamente no dia do 16º centenario da visão que teve de Nossa Senhora, ainda viva, o Apóstolo Santiago e do aparecimento do Pilar na quinta feira 29 de marco de 1640. Ao redor das dez horas da noite, Miguel Juan Pellicer abandonou a conversa e , foi deitar, pois se encontrava especialmente cansado.

Pouco depois, Dona Maria Blasco, a mãe, foi ver se o filho mutilado estava bem coberto. Deu um grito de estupor acudiu o pai. Por baixo das cobertas apareciam dois pés! Após os primeiros instantes de surpresa, levantou as cobertas: aí estava de novo, inteira e sadia, a perna direita, da qual até momentos antes Ihe faltava a metade. Miguel Juan só sabia explicar que se havia encomendado, como todas as noites, à Virgem do Pilar, e que sonhara que estava na Basílica untando a ferida uma vez mais com o óleo das lâmpadas. Nessa mesma noite acudiram a ver o incrível milagre o soldado Bartolomé Ximeno, e os vizinhos Miguel Barraxina e esposa Úrsula Means.

Os três minutos antes, estiveram conversando com o coxo e vendo como tirara a perna de madeira e os panos antes de retirar-se a dormir. Naquela mesma noite foi chamado e veio o pároco Pe. José Herrera. No dia seguinte de manhã a Igreja estava cheia de pessoas que viram e agradeceram a Deus a recuperação da perna direita de quem todos conheciam privado dela até a véspera. Reconhecimentos posteriores mostraram que a perna direita, milagrosamente recuperada, conservou sempre cicatrizes perfeitamente fechadas das feridas que tivera antes de ser amputada, principalmente a da grande ferida provocada pela carreta e que ocasionara a gangrena. Havia também a cicatriz, perfeitamente fechada como todas as outras, onde se havia feito a amputação. Tratava-se da mesma perna que havia sido amputada!

A mesma perna que havia sido enterrada quase três anos antes! Ficara “a marca”!, a conhecida condescendencia divina para uma insuperável observação científica.. . Quando a noticia do milagre chegou a Zaragoza, mandou-se verificar no Cemitério do Hospital Real.

Sob a direção do Dr. Juan Lorenzo García comprovou-se que a perna, ou os ossos que deveriam ficar dela, havia desaparecido, sem que ninguém antes tivesse mexido na terra! A recuperação de Miguel Juan Pellicer, como em todo milagre, foi instantânea… e também “por etapas” (a delicada e conhecida condescendencia de Deus para melhor observação e acompanhamento científicos, e talvez também purificação, exercício da fé…):

A perna direita, durante os três primeiros dias após a recuperação instantânea, estava fria. Sua cor era apagada, algo roxa. E os dedos do pé estavam permanentemente curvados, os nervos contraídos, de forma que durante estes três dias Miguel Juan Pellicer, perante todas as autoridades e numeroso povo que o visitava, não podia apoiar a perna firmemente no chão, nem podia prescindir da muleta que usava.

Passados esses três dias, as mesmas autoridades e o povo puderam constatar que Miguel Juan Pellicer agora caminhava perfeitamente, o pé ficara normal. Mas faltava ainda outra etapa? Ou era outra marca?: A largura ou espessura da perna direita, a recuperada, era claramente menor que a grossura da perna esquerda.. . Miguel Juan Pellicer, a 25 de abril, viajou com seus pais a Zaragoza para agradecer à Virgem do Pilar.

Durante o trajeto, um cirurgião lancetou o talão nas suas pesquisas, fato que obrigou Miguel Juan Pellicer a mancar um pouco novamente. Mas logo passou. Miguel Juan quis permanecer em Zaragoza por algum tempo. Ia com freqüência à Basílica do Pilar, onde confessava e comungava cada sete dias, e comprazia-se em continuar ungindo sua perna direita, mais débil, com o óleo das lâmpadas. “Pouco a pouco a perna direita ficou igual à esquerda (. . .). Quando voltou a Calanda, os vizinhos maravilharam-se de vê-lo caminhar e correr alegremente. Como deram testemunho (. . .). Notaram também que o jovem podia realizar movimentos de esticamento até levantar o pé à altura da cabeça. Assim completara-se o milagre até a perfeição total”(48).

A Prefeitura de Zaragoza, a 8 de maio de 1640, reuniu-se em conselho extraordinário e plenário, e nomeou três procuradores para pesquisar o caso, além de solicitar do Sr Arcebispo que instaurasse um acurado processo canônico, a expensas da Prefeitura Conservam-se todas as atas de ambos os inquéritos.

0 inquérito da Prefeitura começou só dois meses depois do milagre. 0 canônico, só após três meses. Bem contemporâneos dos fatos. Inquéritos detalhadíssimos. Muitas comprovações. Depoimentos de multidão de pessoas que conheceram e conviveram com Miguel Juan Pellicer, antes e depois do acidente, antes e depois da amputação. Vi um grande tapete que há no Palácio Real de Madri, representa o Rei Felipe IV beijando a perna regenerada de Miguel Juan Pellicer. Lord Hopton, embaixador da Inglaterra na Espanha, certificou independentemente que esteve presente quando El-Rei se ajoelhou, descobriu a perna recuperada e beijou a cicatriz da amputação.

Foram realizadas recentemente novas pesquisas históricas a respeito, com levantamento abundante e irrefutável de documentos. 0 milagre com “0 coxo de Calanda” foi em 1640.

Somente em 1959 se realizou com sucesso a primeira operação de recolocar uma perna cortada. Os cirurgióes do Hospital Mont-Eden, de Hayward (Califómia – USA), conseguiram recolocar uma perna, mas imediatamente ao acidente (não três anos depois), sadia (não gangrenada) e que ficara ainda unida ao corpo por consideráveis partes de carne (não uma perna enterrada!). E o maravilhoso êxito da cirurgia humana precisou meses de cuidados médicos antes de o paciente ser dado de alta.

Miguel Juan e seus pais examinaram a perna amputada descobrindo imediatamente sinais inconfundíveis que permaneciam nela. “O mais notório e principal, a cicatriz originada pela roda do carro que lhe fraturara a tíbia; outra cicatriz, menor, ocasionada pela extirpação, na adolescência, de um abcesso; e, por último, dois profundos sinais de cortes provocados por um arbusto de espinhos, e as marcas da mordida de um cachorro”.

Quando amanheceu o 30 de março, e se difundiu a notícia por todo o povoado, Pe. Jusepe se aproximou da casa dos Pellicer com muita gente. Entre estas o primeiro magistrado, o juiz que era ao mesmo tempo o responsável da ordem pública, Martín Corellano. Acorreram também o jurado maior, o prefeito Miguel Escobedo, o “jurado segundo”, Martín Galindo, e o notário real Lázaro Macario Gomez. Encontravam-se também os dois cirurgiões locais, que certificaram o fato de maneira profissional. Ambos declarariam ter que render-se à evidência, que havia deixado por terra sua instintiva incredulidade. O notário lavrou uma ata notarial constatando o fato ocorrido.

Tratava-se de uma expedição inesperada à que devemos um documento extraordinário, para não dizer único, como único é o caso que aparece neste documento legal. Estamos ante uma intervenção divina testemunhada por uma ata notarial, diante de um milagre com a garantia de um documento ajustado à normativa vigente e corroborado por dez testemunhas oculares, escolhidos entre os de maior confiança e melhor informados dos muitíssimos disponíveis. E como se não bastasse, a ata notarial foi escrita e autenticada, passadas algo mais de 70 horas depois do sucedido e no próprio lugar onde ocorrera.

Observou o historiador Leandro Aína Naval: “trata-se de um Ato Público (ata notarial, diríamos hoje) documento de máxima autoridade em todo tempo, que se aproxima ao ideal exigido por alguns racionalistas para a comprovação dos milagres na sua vertente histórica”.

Mais tarde em outubro de 1641, Felipe IV, rei de Espanha, no meio da corte espanhola, rodeado de todo o corpo diplomático interrogou publicamente a Miguel e aos relatores do processo. Verificou ele próprio a reimplantação miraculosa da perna, e, diante do assombro de todos, ajoelhou-se e beijou a perna, fazendo com isso um verdadeiro ato de fé.

A homenagem de Felipe IV naquela manhã de outubro foi como o selo definitivo que a autoridade civil pode dar a um acontecimento. O rei da Inglaterra, Carlos I, (cabeça da Igreja Anglicana inimiga da Espanha), informado pelo seu embaixador ficou convencido do milagre, até o ponto de defendê-lo perante os teólogos da sua Corte, que ficaram escandalizados.

Não consegui descobrir nenhum argumento para dar um mínimo de credibilidade à suspeita ou à dúvida do milagre. Quem rejeitasse a verdade do acontecido em Calanda teria que pôr também em dúvida toda a História, incluindo os fatos certos que estão mais comprovados. Quantos fatos existem que possam fundamentar-se numa ata notarial outorgada de imediato? Quantos com um processo levado com todo rigor com dezenas de testemunhos sob juramento e além disso com a total exclusão de qualquer tipo de interesse pessoal dos envolvidos na causa?

Messori assim termina o seu estudo: “Se Calanda nos apresenta como o cume do poder da intercessão e da misericórdia mariana, não é sem dúvida o único. Em outras muitas pequenas e grandes “calandas” de todos os tempos e países, um povo fiel e confiante experimentou, e experimenta, que não iam dirigidas apenas a João as palavras de Jesus agonizante na cruz: “Mulher eis ai teu filho… eis ai tua mãe” (Jo 19, 26-27). Este povo sabe que Maria é a mãe benigna e amável para todos que filialmente solicitam a sua intercessão.”

Fonte: Livro “O grande milagre” Autor: Messori

 


Deus cura hoje

março 26, 2011

Quando as pessoas me perguntam se eu acredito na cura das enfermidades, a minha resposta é afirmativa. Por que eu acredito? Quando abro os evangelhos tenho diante dos meus olhos o testemunho e a pregação de Jesus. Ele foi o maior ministro de cura de todos os tempos.

 O papa Bento XVI  ensina “os Evangelhos atestam que Jesus anuncia a Palavra e realiza curas de doentes.” E de fato, quase um quinto dos evangelhos é dedicado ao ministério de cura de Jesus.

 Bastava o povo saber da presença de Jesus e aí aconteciam milagres:

                                                                                                                                                                                                     Mc 6,56

“Onde quer que ele entrasse, fosse nas aldeias ou nos povoados, ou nas cidades, punham os enfermos nas ruas e pediam-lhe que os deixassem tocar ao menos na orla de suas vestes. E todos os que tocavam em Jesus ficavam sãos.”

 Ele curava porque estava cheio de misericórdia, e se preocupava com os doentes e sofredores. A pregação de Jesus era sempre acompanhada pela manifestação de conversões, curas e milagres.

 Quando se fala de cura é necessário lembrar de todas as suas dimensões: a cura das doenças do corpo, da mente e do espírito. Jesus nos cura por inteiro:  cura nosso ser total.

 Ele ensinou aos seus discípulos que pregar o evangelho, significa salvar quem esta perdido, libertar quem esta oprimido por alguma força maligna, curar quem esta doente. Lemos em Lc 9,1: “Reunindo Jesus os doze apóstolos, deu-lhes poder e autoridade sobre todos os demônios, e para curar enfermidades.” Os discípulos receberam a ordem para continuar a pregar e curar.

 Os primeiros cristãos oravam para que o Senhor confirmasse a pregação com conversões, curas e outros sinais de poder.

 Um exemplo desta verdade a encontramos em Atos 4,29-30: “Agora, pois, Senhor, olhai para as suas ameaças e concedei aos vossos servos que com todo o desassombro anunciem a vossa palavra. Estendei a vossa mão para que se realizem curas, milagres e prodígios pelo nome de Jesus, vosso santo servo! ” Este é o retrato do cristão cheio do Espírito, ora com confiança e ousadia.

 Hoje são poucos os que ousam orar com fé em favor dos enfermos. Não devemos ter medo de orar e acreditar que Deus cura ainda hoje.

 Tenha sempre presente a promessa de Jesus em Mc 17,17-18: “Estes milagres acompanharão os que crerem: expulsarão os demônios em meu nome, falarão novas línguas, 18. manusearão serpentes e, se beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal; imporão as mãos aos enfermos e eles ficarão curados.” Estas palavras dão de um modo evidente a confirmação que a oração pelos doentes faz parte da missão confiada por Jesus à Igreja.

 Se Jesus ordenou eu tenho que orar, não posso privar o povo de ser abençoado. Eu vou orar e Ele vai agir. Eu serei o instrumento, Ele curará. Agradeço a Deus por tocar os doentes com a sua benção restauradora.

É o que aconteceu no dia 6 de Março de 2011 em nosso Louvor de Carnaval: Um senhor (Osvaldo Ruivo, Jardim das Palmas, cidade de Sao Paulo), tinha manchas escuras pelo seu corpo e também sofria de um derrame ocular. Durante a oraçao de cura foi revelado que uma pessoa com  manchas no corpo estava sendo curada, como também o problema do olho direito. No dia seguinte a pele, depois de anos de manchas, estava novamente normal, e não tinha mais nada no olho direito. Este é um sinal de que Deus ainda cura quem o busca de todo o coração. Louvado seja o nosso Deus pelas suas maravilhas.

 

Polêmico Roteirista de Hollywood revela sua conversão ao Catolicismo

Joe Eszterhas é um roteirista de cinema conhecido em Hollywood como o criador do “thriller erótico”, um gênero composto por filmes escuros que combinam o sexo e a violência. Em uns dias publicará seu mais recente livro no que narra sua assombrosa conversão ao Catolicismo.
Eszterhas se fez milionário por escrever os roteiros de filmes bem sucedidos como Basic Instinct, Showgirls e Jagged Edge, todas conhecidas por seu explícito conteúdo sexual. Além disso foi editor da revista Rolling Stone.

O escritor, nascido em 1944, cresceu em campos de refugiados na Hungria depois da Segunda guerra mundial até que chegou com sua família a Cleveland. Estados Unidos. Trabalhou como repórter de notícias policiais, cobrindo incontáveis tiroteios e brigas urbanas.
Nesse tempo, conta que sua vida era muito escura, cheia de morte, assassinatos, crímes e caos, o que marcou sua posterior carreira de roteirista.
No verão do ano 2001, Eszterhas foi diagnosticado com câncer de garganta. Deveu submeter-se a uma delicada cirurgia e recebeu a ordem médica de deixar o álcool e o tabaco. Eszterhas tinha 56 anos, sempre teve um estilo de vida meio louco e sabia que mudar seus hábitos não seria fácil.

Um dia, que Eszterhas descreve como “infernalmente caloroso”, estava caminhando pela rua quando se deu conta que sua vida tinha tocado fundo.
“Estava virando maluco. Estava muito nervoso. Tremia. Não tinha paciência para nada. Cada terminação nervosa demandava um gole e um cigarro”, recorda.
Sentou-se no chão, começou a chorar e de repente começou a rezar. “Por favor, Deus, me ajude”, disse.

Nesse momento, percebeu que não rezava desde menino. “Não podia acreditar o que dizia. Não soube por que o tinha dito. Nunca antes o fiz”, lembra.
Imediatamente, Eszterhas se sentiu sobressaltado por um sentimento de paz e se acabaram seus tremores. Nesse momento, tal como aconteceu com Saulo a caminho de Damasco, viu “uma luz brilhante, deslumbrante, quase me deixava cego e me fez cobrir meus olhos com as mãos”.
Para Eszterhas, esta experiência foi determinante. Deixou de duvidar sobre poder viver sem tabaco nem álcool, ou seja que podia vencer-se a si mesmo e triunfar.
Nesse momento começou seu caminho de volta à Igreja mas o escândalo sexual que afetou duramente aos católicos nos Estados Unidos se converteu em um escolho para terminar seu retorno. Por isso optou por assistir a serviços não denominacionais, mas finalmente se convenceu de que não podia deixar de ser católico.

“A Eucaristia e a presença do corpo e sangue de Cristo está em minha mente e é uma experiência assustadora. A Comunhão é poderosa e é quase um sentimento celestial”, afirma.
Ainda agora recebe ofertas para escrever roteiros sobre temas sinistros. Entretanto, assegura que gastou muita vida explorando o lado escuro da humanidade e não quero voltar a isso nunca mais”.

“Minha vida mudou desde que Deus entrou em meu coração. Não me interessa a escuridão. Tenho quatro filhos formosos, uma esposa a quem adoro, adoro estar vivo e curto cada momento de minha vida. Minha visão se iluminou e não quero retornar a esse lugar escuro”.
No último ano, os médicos lhe deram de alta e assegura que venceu o câncer graças ao que ele considera um milagre. Este é o motivo pelo qual escreveu seu novo livro titulado “Crossbearer: A memoir of faith” (Portador de Cruz: Uma lembrança de fé), para dar graças a Deus e lhe contar ao mundo o que Ele fez em sua vida.

Fonte: ACI Digital
Local:WASHINGTON DC

 

 

 


Confie em Deus

fevereiro 26, 2011

“não vos preocupeis por vossa vida, pelo que comereis, nem por vosso corpo, pelo que vestireis. A vida não é mais do que o alimento e o corpo não é mais que as vestes? Olhai as aves do céu: não semeiam nem ceifam, nem recolhem nos celeiros e vosso Pai celeste as alimenta. Não valeis vós muito mais que elas?”  (Mt 6,25-26)

Estas palavras parecem simples de mais e fora da realidade. A primeira vista, tem-se a impressão de que Jesus não valoriza a importância do estudo, trabalho…enfim, os esforços por uma condição de vida melhor. E na verdade, Ele usou um exemplo da natureza – as aves e flores –para mostrar como Deus cuida com amor da Sua criação. Deus provê água, luz e calor para sustentar tudo o que vive e respira.

Se Ele procede assim com as aves e flores, muito mais podemos espera nós, que somos criados a sua imagem e semelhança. Ele tem a provisão para as nossas necessidades materiais e físicas, e também para nossa mente, coração e alma.

Nós existimos para Deus. A nossa vida esta em seu coração. Se entendêssemos a grandeza e profundidade do seu amor por nós, não viveríamos longe Dele, e nem diminuiríamos o nosso fervor.

O que fazer?

Não se trata de algo fácil. O mundo, com todas as suas preocupações, tenta roubar a nossa fé e confiança na ajuda de Deus. No lugar coloca a sensação de medo

em relação ao futuro. E o resultado é nos tornar escravos das coisas e distantes de Deus.

Qual é a saída?

Primeiro passo: Mt 6,33

“Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo.”

Significa priorizar Deus em nossa vida, de modo que nossos pensamentos estejam voltados para Sua vontade, e nossa vida reflita a confiança nos seus cuidados amorosos. A questão é: O que é realmente importante para nós: pessoas, metas, bens materiais, diversão, esporte…? Se não formos firmes em dar a Deus o primeiro lugar, qualquer outro interesse ocupa rapidamente o Seu lugar.

Segundo Passo: Mt 6,34

“Não vos preocupeis, pois, com o dia de amanhã: o dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu cuidado. ”

Planejar o futuro é importante e necessário. A dedicação ao estudo é fundamental. O empenho no trabalho é necessário. Lutar por uma condição de vida melhor não tem nada de errado. Nem Sempre é fácil estabelecer a diferença entre planejar e inquietar-se. Planejar significa traçar uma meta confiando na direção e cuidados de Deus. Inquietar-se é permitir que a ansiedade de conseguir coisas ou agradar pessoas, interfira em nosso relacionamento com Deus. A nossa parte é colocar o melhor de nós em tudo, a cada dia. Deus se encarregará dos resultados. Ele sabe o que estamos necessitando. Ele jamais nos desamparará.

Diante da vida somente existem dois caminhos:

– Confiar no poder e amor de Deus,

– Ou entregar-se as preocupações e ser infeliz.

Rezemos:

“Senhor Jesus, livra-me de preocupações desnecessárias

e ajuda-me a confiar no poder e amor do Pai.”

Amém

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Deus ainda cura?

outubro 12, 2010

Eu ouço constantemente as pessoas dizerem “É a vontade de Deus” ou “Tenho que me conformar com a situação”, quando são confrontadas com uma doença grave ou uma tragédia. O cristão não pode cair nesta armadilha da fatalidade ou conformismo diante da vida. O nosso Deus é maior do que todos os problemas! Para Ele não existem coisas impossíveis! Jesus disse aos seus discípulos que “que é necessário orar sempre sem jamais deixar de fazê-lo.” (Lc 18,1), e logo a seguir perguntou “Por acaso não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que estão clamando por ele dia e noite? Porventura tardará em socorrê-los?” (Lc 18,7).

 Aprenda a orar a Deus pedindo a cura. Não Pare. Não desista. Não deixe seus pensamentos, circunstâncias, aparentes demoras ou pessoas tirarem do seu coração a certeza de que Deus salva, cura, liberta, conforta, renova. E Ele faz tudo isso porque é amor!

 Nosso Senhor Jesus Cristo dedicou boa parte do seu ministério para curar e libertar as multidões que o seguiam: “Pela tarde, apresentaram-lhe muitos possessos de demônios. Com uma palavra expulsou ele os espíritos e curou todos os enfermos.” (Mt 8,16). Ele fez os seus discípulos entenderem a importância de continuarem esta obra: “Por onde andardes, anunciai que o Reino dos céus está próximo.   Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. Recebestes de graça, de graça dai!” (Mt 10,7-8). No livro de Atos dos Apóstolos vemos os as curas acontecendo. Na história da Igreja temos o relato da vida dos santos e dos santuários mostrando a beleza do poder de Deus. Estas evidências apontam para a certeza de que onde existir uma pessoa enferma a bênção estará sempre a disposição. Basta crer, pedir, interceder e Deus abrirá as comportas do céu!

 Não se espante com as minhas afirmações. É a Bíblia quem nos dá o incentivo para orar pela cura. Por exemplo em Tg 5,14-15: “Está alguém enfermo? Chame os sacerdotes da Igreja, e estes façam oração sobre ele, ungindo-o com óleo em nome do Senhor. A oração da fé salvará o enfermo e o Senhor o restabelecerá. Se ele cometeu pecados, ser-lhe-ão perdoados.” e completa “Confessai os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros para serdes curados. A oração do justo tem grande eficácia.” (Tg 5,16).

 Só alguém que enfrenta ou partilha de uma grave doença, dor ou tragédia sabe como é difícil este momento. Eles sabem como é duro lidar com o medo e a incerteza. Eles sabem como soa absurdo quando alguém diz Não podemos perder a esperança”. Eles sabem como é terrível lidar com a dúvida. Jesus disse: “se tiverdes fé, como um grão de mostarda, direis a esta montanha: Transporta-te daqui para lá, e ela irá; e nada vos será impossível.” (Mt 17,19-20). Estas palavras são cheias de ternura, pois Nosso Senhor esta falando da importância de dar crédito à Palavra de Deus. Isso é fé. Nunca se imagine indigno de merecer o favor de Deus. Ele esta sempre pronto a agir em sua vida!

 Deus abençoe você e atenda todas as suas intenções! Ele tem um milagre para a sua vida! Coragem!

Sinta nestas palavras, a minha oração pessoal por você:

 Deus dos impossíveis, em nome de Jesus,

envia o Espírito Santo, sobre teus filhos e filhas,

para despertar a fé, e conceder todas as graças e milagres,

para este momento de suas vidas!

Se você quiser aprofundar este tema quero recomendar a leitura deste livro de minha autoria:

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abril 30, 2010

Pausa para sorrir

No final da missa o padre anunciou que no outro domingo falaria sobre o pecado da mentira. E acrescentou:

– Em preparação ao assunto, peço que todos leiam o capítulo 17 do evangelho de Marcos.

No domingo seguinte o padre perguntou:

– Aqueles que não leram a leitura programada queiram se levantar.

Parte dos fiéis se levantou.

– Agora – continuou o padre – peço que se levantam aqueles que leram Marcos 17.

A outra metade da igreja se levantou. O padre então disse:

– Agora estamos prontos para falar sobre a mentira, pois o Evangelho de Marcos possui apenas 16 capítulos.