Vencendo a indiferença

novembro 26, 2010

Quero partilhar com vocês uma figura religiosa marcante da nossa Igreja católica. Trata-se do bispo Fulton Sheen. Reservem um tempo para acompanhar três de suas pregações. Ouçam com os ouvidos, vejam com os olhos, mas acima de tudo acolham com o coração as palavras deste grande homem de Deus.

Para os que desconhecem o arcebispo Fulton Sheen, ele foi um nobre príncipe da Igreja que, durante cerca de 60 anos, sustentou vigorosa atividade pública nos EEUU, primeiramente no rádio, e após na TV, onde se manteve como um dos líderes de audência com seu programa semanal de 30 minutos “Life is Worth Living”, nos períodos de 1952 a 56 (numa cadeia de pequenas redes de televisão) e de 1958 a 1968 (em cadeia nacional).

http://www.pa7.tv.br/media/540/Vencendo_a_indiferença_-_parte_1/

http://www.pa7.tv.br/media/541/Vencendo_a_indiferença_-_parte_2/

http://www.pa7.tv.br/media/542/Vencendo_a_indiferença_-_parte_3/

 

 

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Diário de uma peregrinação – parte 10 – O Santuário de Lourdes

junho 4, 2010

 

 A placa da auto-estrada indica Tarbes-Lourdes. Estamos nos aproximando de um dos santuários marianos mais visitados do mundo, lugar de grandes conversões e milagres. Aqui em 11 de fevereiro de 1858, Nossa Senhora apareceu à jovem Bernardete. Era inverno, Bernardete vai recolher lenha para vender, e assim comprar um pouco de pão para a família. Em uma gruta, dentro de um terreno municipal, antigo depósito de lixo, junto ao rio Gave, aparece a Virgem Maria. A partir deste dia, Lourdes deixa de ser uma pequena aldeia perdida na França. Torna-se uma meta de peregrinação para milhões de católicos do mundo inteiro.

Quando avistamos as torres da Basílica-superior da Imaculada Conceição nos unimos à Virgem Maria para homenagear a Santíssima Trindade, por meio da devoção das 3 Ave-Marias. No rosto de todos estava estampada a alegria pelo privilégio de estar em um lugar tão especial.

Nos hospedamos em um dos melhores hotéis de Lourdes, tanto pelo conforto, como também pela localização e gentileza dos seus funcionários. Pelo horário, foi possível, antes do jantar, fazer uma visita ao espaço do Santuário.

Durante o jantar falei para todo o grupo sobre os três principais gestos dos peregrinos em Lourdes:

beber a água – na Bíblia a água é uma fonte de vida, também sinal de purificação dos pecados, e de um modo especial, aponta para o Espírito Santo. A água da fonte não tem nada de diferente. Santa Bernardete dizia: “Devemos bebê-la como um medicamento espiritual. A sua força esta na fé com que a bebemos.”

tocar na rocha e olhar para o alto onde esta a imagem de Nossa Senhora de Lourdes – indica a importância de jamais perder de vista que Deus é o fundamento sólido para construir uma vida feliz. A Virgem Maria aparece no alto para nos ensinar a manter o nosso olhar fixo nas realidades do céu.

Acender uma vela – É o gesto de quem pede para que a luz de Cristo permaneça sempre acesa no coração.

Na mesma noite a maioria dos peregrinos realizaram estes três gestos. Aproveitaram para participar da indescritível procissão das velas. Causa impacto ver uma multidão vindo de todas as ruas com as velas nas suas mãos. Ela é formada por crianças, jovens, adultos e idosos cheios de fé. Destacam-se as pessoas em cadeira de rodas, auxiliadas pelos voluntários de Lourdes, com suas vestimentas (principalmente as mulheres) semelhantes a de enfermeiros. Pessoas do mundo inteiro, doam um tempo do ano, para estar a disposição dos enfermos e idosos. São homens e mulheres tocados pela mensagem de Lourdes, e muitos também fazem deste serviço uma maneira para agradecer uma graça recebida. É o sinal da  fé capaz de viver a generosidade, e vencer o egoísmo.

A concentração é diante da gruta. Conduzindo a procissão vai a imagem de Nossa Senhora. O canto anima a caminhada. O terço é rezado nas mais diferentes línguas. Forma-se um cortejo recordando Pentecostes com as chamas de fogo e a manifestação do dom de línguas. Homens e mulheres de todas as partes do mundo formam uma mesma e única Igreja de Cristo. Na medida em que escurece, as luzes das velas aparecem como a luz do primeiro dia da criação. É também a luz de Cristo que veio para iluminar o mundo em trevas. Maria vai à frente apontando o caminho da salvação.

No dia seguinte, celebramos a missa na Basílica superior da Imaculada Conceição. Não existe peregrinação sem missa, e se estamos em um Santuário, mais ainda se faz necessário. A Eucaristia é o coração da Igreja.

Terminada a missa, os peregrinos, conduzidos pelos guias, percorreram o caminho de Santa Bernardete:

Primeira etapa – a igreja paroquial: fica no centro de Lourdes, aí Santa Bernardete foi batizada. Conserva-se intacta a pia batismal. Aqui entendemos uma verdade fundamental: Bernardete antes de ser uma vidente, é uma cristã. É importante meditar sobre o valor do nosso batismo, afinal por meio dele tornamo-nos filhos de Deus, discípulos de Cristo e membros da Igreja.

Segunda etapa – a moradia de Bernardete em 1858: uma antiga cadeia municipal, onde morava com os pais e os irmãos. Neste lugar simples somos convidados a meditar sobre o significado de confiar na Divina Providência.

Terceira etapa – capela da primeira comunhão de Bernardete, hoje um hospital: diante do altar, Nossa Senhora nos chama a examinar se temos participado com todo fervor da santa missa dominical.

A parte da tarde é livre para quem deseja voltar para o Santuário para rezar. Também é a oportunidade para comprar as lembranças para os parentes e amigos. À noite novamente participamos da procissão das velas.

No dia seguinte, temos a nossa missa no recinto do Santuário, e partimos para a última etapa da nossa peregrinação: Barcelona e Montserrat.


Diário de uma peregrinação – parte 8 – Sta. Bernardete e um milagre eucarístico

maio 31, 2010

 

Nevers

Nevers é onde se encontra a urna com o corpo incorrupto da vidente de Lourdes, Santa Bernardete. A nossa parada é no Convento de São Gildard, das irmãs da caridade de Nevers. De 1866 a 16 de abril de 1879, aí Bernardete viveu como religiosa.

Alguns poderiam perguntar: por que visitar de um modo especial este lugar? A resposta a temos ao entrar na capela onde esta o corpo de Bernardete. Todos exclamam: “Não esta morta, apenas dorme.” Como em vida, ela continua transmitindo a paz de quem encontrou a verdadeira felicidade em Deus.

Celebramos a missa ao ar livre junto a um altar que reproduz a gruta da aparição de Lourdes. A hora não poderia ser melhor: meio-dia! Os ponteiros apontam para o alto, e nos convidam, junto com a Virgem Maria, a saudar Deus. Terminada a missa passamos um tempo junto ao corpo de Bernardete.

Atrás do convento esta a imagem de Nossa Senhora das Águas. Quando Santa Bernardete a viu exclamou: “Esta é a Senhora que apareceu em Lourdes.” Este foi um dos seus lugares preferidos para se refugiar na oração.

Avignon

O centro histórico de Avignon é considerado patrimônio da humanidade. A cidade velha, com suas ruas estreitas e prédios centenários, esta cercada por antigas muralhas. No seu interior esta o palácio dos papas e a igreja dos penitentes cinzas, onde aconteceu um milagre eucarístico.

No dia 30 de novembro de 1433 o rio Ródano, que atravessa a cidade, transbordou. Neste dia o Santíssimo Sacramento estava exposto na capela da Confraria dos penitentes cinzas. Dois confrades vão de barco para guardar o Santíssimo. Quando entraram viram as águas divididas em duas, formando uma espécie de corredor ao redor do altar. A partir desta data, até os nossos dias, para celebrar o milagre, antes da bênção do Santíssimo, cantam o cântico de Moisés, entoado depois da passagem do mar vermelho:

“Eu cantarei ao Senhor, porque se vestiu de glória…Ao sopro das tuas narinas as águas se amontoam, as ondas se levantam qual represa… Quem é igual a ti,ilustre em santidade?” (Ex 15,1.8.11.13).

Este milagre eucarístico aconteceu em uma região em que se duvidava da presença real de Jesus no Santíssimo Sacramento.

Na entrada da capela esta a marca da altura das águas por ocasião da enchente: acima da metade da porta principal. Neste exato ponto rezamos agradecendo o dom da eucaristia, e cantamos um hino eucarístico.

O Palácio dos papas

Durante 70 anos (1309-1379), Avignon foi a residência oficial de sete papas franceses. Este foi um tempo triste para a Igreja, pois o sucessor de Pedro abandonada  Roma.  Em uma praça ampla esta o palácio papal e uma grande igreja, em uma área de dezesseis mil metros quadrados.

Uma mulher foi a responsável pelo fim desta situação terrível: Santa Catarina de Sena. Ela se desloca para Avignon e convence o papa Gregório XI a voltar para a cidade eterna. Depois de alguma hesitação, toma a decisão de retornar a Roma (setembro de 1376).


Diário de uma peregrinação – parte 7 – A aparição do Sagrado Coração Jesus e São João Maria Vianney

maio 28, 2010

 

O papa Leão XIII afirmou que Paray-le Monial é  “uma cidade querida pelo céu”. É uma localidade graciosa com 12.000 habitantes. Chama a atenção a presença de peregrinos de todas as partes do mundo, e também de todas as idades. Todos trazem no coração o desejo de rezar na simples, pequena e acolhedora capela da Aparição do Sagrado Coração de Jesus a Santa Margarida Maria Alacoque. Esta manifestação do Senhor aconteceu de 1671 a 1690.

O movimento da cidade se deve principalmente ao fluxo religioso. A nossa passagem será breve. O grupo ficou em dois pequenos hotéis estratégicos. Um diante da capela das aparições do convento das irmãs da visitação, e o outro a uns 500 mts. Chegamos na parte da tarde. Pudemos rezar no mesmo lugar da aparição do Sagrado Coração, e também comprar algumas lembranças.

Na fachada da capela esta uma placa com uma inscrição emocionante: “Nesta capela aconteceram as principais aparições do Sagrado Coração a Santa Margarida Maria…” Estas palavras nos fazem entrar na capela com reverência e confiança nos cuidados de Jesus. Os olhos e o coração são inundados pelo amor de Deus.

Quem celebra a 1’ sexta-feira do mês, faz a consagração e tem entronizada a imagem do Sagrado Coração de Jesus se sente em casa. É uma experiência para trazer mais fervor, e confirmar todas as graças de Jesus.

No dia seguinte, pouco antes das 08 hs da manhã, temos a missa na capela das aparições. Próximo deste local esta a capela de São Cláudio La Colombier, diretor espiritual de Santa Margarida. Este piedoso sacerdote foi o suporte para a difusão da devoção ao Sagrado Coração. A nossa peregrinação não seria completa sem esta visita.

Voltamos para os ônibus, passando pela grandiosa Basílica do Sagrado Coração, construída pelos monges de Cluny, entre os séculos XI e XII. Ela esta ao lado do Convento das irmãs da visitação. Próxima parada a pequena de cidade de Ars, para visitar São João Maria Vianney – o Santo Cura d´ Ars.

A cidade de Ars, sinal do poder da oração!

Estar  na pequena Ars é uma experiência indescritível. Parece algo perdido no interior da França. E de fato é. Deus sempre confunde os homens.  Imaginamos serem necessárias uma série de condições para pregar o evangelho com eficácia. São João Maria Vianney prova o contrário. Sem estar em um lugar estratégico, e nem possuir a facilidade dos meios de comunicação,  alcançou  multidões.

Nasceu e cresceu no tempo conturbado da revolução francesa. Esta tentou apagar todos os vestígios da fé cristã, sem êxito. A família de São João Maria Vianney era simples e profundamente religiosa. Aí desabrochou a vocação deste grande santo. Existiam dois problemas para ir para o seminário: sua família era pobre e a dificuldade de aprendizado. Deus providenciou  a solução para todas as dificuldade, e finalmente é ordenado.

Quem chega a Ars fica admirado como é pequeno este lugar. No tempo do Cura d´ Ars era menor ainda: 250 habitantes. A participação na santa missa era praticamente nula. São João Maria Vianney não se deixou intimidar. Por quê? Confiava no poder a oração.

O programa de ação foi muito simples: levantava de madrugada para rezar o terço e o breviário junto ao Santíssimo Sacramento, celebrava diariamente a santa missa, tomava café e visitava as casas dos paroquianos. Em pouco tempo, com o crescimento do rebanho, acrescentou o atendimento das confissões. Os frutos não demoraram, ao ponto de três anos depois da sua chegada escreveu: “Encontro-me numa paróquia de muito fervor religioso e que serve a Deus de todo o seu coração”.

A fama de santidade e a força de sua pregação atraíram pessoas de todas as partes da França e outros países. O governo francês foi obrigado a facilitar o acesso a Ars por meio do trem. Visitar a pequena Ars é aprender o significado da simplicidade e a força da fé para transformar vidas e ambientes.

Atravessar as portas da igreja de Ars significa respirar a presença de Deus. Causa impacto passar diante do corpo incorrupto de São João Maria Vianney. Neste lugar de oração e da conversão de tantas pessoas, rezei pelos meus irmãos sacerdotes, e por mim, pedindo a graça do mesmo zelo espiritual e pastoral do santo cura d´ Ars.

Chama atenção a casa simples onde viveu este santo homem. Tinha somente o essencial. A sua riqueza foi Deus!


Diário de uma peregrinação – parte 6 – Encontro com Sta. Terezinha em Lisieux

maio 27, 2010

 

 Os peregrinos estão em festa. No rosto de todos esta estampada a alegria. Nao é todo dia que temos o privilégio de estar no Santo Sudário de Turin, passar pela Suíça, e agora estar em Paris da Medalha Milagrosa. Bênção sobre bênção.

Estamos indo para Lisieux para encontrar com Santa Terezinha. A paisagem do caminho prepara o coração para este momento especial de nossa peregrinação. Somado à beleza da natureza, temos as vilas e os castelos da Normandia.

A nossa missa esta marcada para as 11:30 na imponente Basílica de Santa Terezinha. Ela domina a pequena cidade em cima de um monte. É uma das maiores igrejas do mundo: 4.500m², com 95 mts de comprimento e 95 mts de altura.

Os arquitetos pensaram em dar a cada espaço um significado ligado à vida de Santa Terezinha. A cripta, na lateral da escada principal da fachada da Basílica, recorda a beleza da sua vida interior. Para acessar este espaço celebrativo é necessário descer alguns degraus. É como entrar no coração da mensagem de Santa Terezinha. A missa foi alegre, como convém a quem traz no coração a certeza do amor de Deus.

Terminada a eucaristia subimos para a Basílica. No alto da fachada esta a imagem de Santa Terezinha, tendo logo abaixo os anjos. É como se estivesse nos abraçando, e dizendo: “sejam bem vindos”. A escadaria conduze-nos a um pedacinho do céu aqui na terra. O interior da Basílica esta parcialmente iluminado. Uma outra luz chama a atenção: o sorriso da santinha do Carmelo.

 Somos tocados pela grandeza e majestade do lugar. Na base da cúpula esta escrita uma promessa de Santa Terzinha: “Quero passar o meu céu fazendo o bem sobre a terra…farei cair chuva de bênçãos.” Como não elevar a Deus um cântico de agradecimento pelo privilégio desta visita. Na metade da Basílica, do lado direito de quem entra, podemos rezar junto às relíquias de Santa Terezinha.

O grupo se reúne na escadaria para uma foto. Quanta satisfação. Vamos para o almoço. A próxima etapa em Lisieux é a visita à casa da família de Santa Terezinha, e finalmente o Convento do Carmelo.

Nos seu poucos anos de vida, viveu intensamente a fé. Aprendeu e se tornou mestra do caminho do amor. Dedicou a sua oração ao anúncio do evangelho e aos sacerdotes.

Chega a hora de voltar a Paris. Ficamos tristes porque já sentimos saudade deste dia tão tocante. Ao mesmo tempo estamos alegres por levar as bênçãos de Deus.

“ A perfeiçao consiste em fazer a sua vontade, em ser aquilo que o bom Deus quer que nós sejamos.”

                                                                               Sta. Terezinha


Diário de uma peregrinação – parte 5: Paris e a Virgem Maria

maio 25, 2010

 Quando alguém fala de Paris descreve a beleza de seus monumentos, museus, os cafés,  restaurantes,  as lojas com a tentação das compras. Realmente é uma cidade fascinante. Entretanto, existe uma dimensão desconhecida de Paris. Qual é? A alma secreta da cidade luz é a doce Virgem Maria.

No centro da cidade esta a imponente catedral de Notre-Dame. Este lugar sagrado sobreviveu a ferocidade da revolução francesa, não obstante a sua tentativa de destruir todos os traços da presença da Igreja. Aí foram coroados reis, e também Napoleão zombou da fé coroando a si mesmo. Ele terminou os seus dias exilado na ilha de Santa Elena. A verdadeira rainha continuou no seu lugar, vendo os poderosos tirados dos seus tronos do orgulho. Notre-Dame, apesar do grande afluxo de turistas, não é uma igreja museu. Ela reflete vida por meio de suas missas sempre refletas pelos habitantes da cidade.

Na colina de Montmartre esta a imponente Basílica do Sagrado Coração. Ela é um dos cartões postais de Paris. Novamente somos tocados pelo espírito religioso dinânico desta Basílica. Dia e noite as pessoas podem se recolher em oração, graças aos turnos de equipes de fiéis de diversas paróquias.

Não se pode falar de Paris religiosa sem lembrar da Rua Du Bac. Aí se encontra a capela da Medalha milagrosa, no convento das irmãs Filhas da Caridade, fundadas por São Vicente de Paulo. O coração bate mais forte ao entramos no corredor que conduz ao lugar Não existem palavras para descrever este lugar em que a Virgem Maria apareceu na noite de 18 para 19 de julho de 1830. Santa Catarina Lauburé é despertada por um menino cercado de luzes que lhe diz: “Venha à Capela. A Santíssima Virgem a espera.” A jovem freira segue o menino até a capela. Aí diante do altar aparece Nossa Senhora.  Imagine o privilégio de participar de uma missa nesta mesma capela onde Maria Santíssima disse: “Vinde a este altar. Aqui as graças serão abundantes…” No alto do altar esta a imagem de Nossa Senhora das Graças. De um lado o túmulo de Santa Luisa Marilac, e do outro temos o corpo incorrupto de Santa Catarina Laburé. Na missa pedi pela minha paróquia e pela amada família do programa Encontro com Cristo.

No rosto de todos os peregrinas vi uma alegria única, própria de quem é tocado pelo amor de Deus. A capela da Medalha Milagrosa é uma das manifestações deste carinho divino pelos seus filhos e filhas.

  ”Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós.”

Nesta aparição Nossa Senhora também pediu: “Fazei cunhar uma medalha…Todas as pessoas que a trouxerem ao pescoço comconfiança receberão grandes graças.”

Atenda a este pedido da Virgem Maria, leve  junto de si a medalha milagrosa!


Um segredo para a santidade

maio 19, 2010

Oração ao Espírito Santo, do cardeal Mercier

Quero revelar-vos um segredo de santidade e bondade: se todos os dias, duran­te cinco minutos, souberdes calar a vossa imaginação, fechar os olhos às coisas sensíveis e os vossos ouvidos a todos os ruídos da Terra para entrardes em vós mesmos e aí, no santuário da vossa alma batizada, que é o templo do Espírito Santo, falar a este Espírito Divino, dizei-lhe:

O Espírito Santo, alma da minha alma, eu Vos adoro, iluminai-me e guiai–me, fortificai-me e consolai-me; dizei-me o que devo fazer, dai-me as Vossas ordens; prometo submeter-me a tudo o que desejardes para mim e aceitar tudo o que Me reservardes, dai-me somente a conhecer a Vossa vontade.

Se fizerdes isto, tereis uma vida feliz, serena e reconfortante, mesmo no meio das penas, pois, na provação, ser-vos-á concedida a graça e a força para a car­regardes e chegareis à porta do Paraíso cheios de mérito. Esta submissão ao Espírito Santo é o segredo da santidade.