Deus cura hoje

Quando as pessoas me perguntam se eu acredito na cura das enfermidades, a minha resposta é afirmativa. Por que eu acredito? Quando abro os evangelhos tenho diante dos meus olhos o testemunho e a pregação de Jesus. Ele foi o maior ministro de cura de todos os tempos.

 O papa Bento XVI  ensina “os Evangelhos atestam que Jesus anuncia a Palavra e realiza curas de doentes.” E de fato, quase um quinto dos evangelhos é dedicado ao ministério de cura de Jesus.

 Bastava o povo saber da presença de Jesus e aí aconteciam milagres:

                                                                                                                                                                                                     Mc 6,56

“Onde quer que ele entrasse, fosse nas aldeias ou nos povoados, ou nas cidades, punham os enfermos nas ruas e pediam-lhe que os deixassem tocar ao menos na orla de suas vestes. E todos os que tocavam em Jesus ficavam sãos.”

 Ele curava porque estava cheio de misericórdia, e se preocupava com os doentes e sofredores. A pregação de Jesus era sempre acompanhada pela manifestação de conversões, curas e milagres.

 Quando se fala de cura é necessário lembrar de todas as suas dimensões: a cura das doenças do corpo, da mente e do espírito. Jesus nos cura por inteiro:  cura nosso ser total.

 Ele ensinou aos seus discípulos que pregar o evangelho, significa salvar quem esta perdido, libertar quem esta oprimido por alguma força maligna, curar quem esta doente. Lemos em Lc 9,1: “Reunindo Jesus os doze apóstolos, deu-lhes poder e autoridade sobre todos os demônios, e para curar enfermidades.” Os discípulos receberam a ordem para continuar a pregar e curar.

 Os primeiros cristãos oravam para que o Senhor confirmasse a pregação com conversões, curas e outros sinais de poder.

 Um exemplo desta verdade a encontramos em Atos 4,29-30: “Agora, pois, Senhor, olhai para as suas ameaças e concedei aos vossos servos que com todo o desassombro anunciem a vossa palavra. Estendei a vossa mão para que se realizem curas, milagres e prodígios pelo nome de Jesus, vosso santo servo! ” Este é o retrato do cristão cheio do Espírito, ora com confiança e ousadia.

 Hoje são poucos os que ousam orar com fé em favor dos enfermos. Não devemos ter medo de orar e acreditar que Deus cura ainda hoje.

 Tenha sempre presente a promessa de Jesus em Mc 17,17-18: “Estes milagres acompanharão os que crerem: expulsarão os demônios em meu nome, falarão novas línguas, 18. manusearão serpentes e, se beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal; imporão as mãos aos enfermos e eles ficarão curados.” Estas palavras dão de um modo evidente a confirmação que a oração pelos doentes faz parte da missão confiada por Jesus à Igreja.

 Se Jesus ordenou eu tenho que orar, não posso privar o povo de ser abençoado. Eu vou orar e Ele vai agir. Eu serei o instrumento, Ele curará. Agradeço a Deus por tocar os doentes com a sua benção restauradora.

É o que aconteceu no dia 6 de Março de 2011 em nosso Louvor de Carnaval: Um senhor (Osvaldo Ruivo, Jardim das Palmas, cidade de Sao Paulo), tinha manchas escuras pelo seu corpo e também sofria de um derrame ocular. Durante a oraçao de cura foi revelado que uma pessoa com  manchas no corpo estava sendo curada, como também o problema do olho direito. No dia seguinte a pele, depois de anos de manchas, estava novamente normal, e não tinha mais nada no olho direito. Este é um sinal de que Deus ainda cura quem o busca de todo o coração. Louvado seja o nosso Deus pelas suas maravilhas.

 

Polêmico Roteirista de Hollywood revela sua conversão ao Catolicismo

Joe Eszterhas é um roteirista de cinema conhecido em Hollywood como o criador do “thriller erótico”, um gênero composto por filmes escuros que combinam o sexo e a violência. Em uns dias publicará seu mais recente livro no que narra sua assombrosa conversão ao Catolicismo.
Eszterhas se fez milionário por escrever os roteiros de filmes bem sucedidos como Basic Instinct, Showgirls e Jagged Edge, todas conhecidas por seu explícito conteúdo sexual. Além disso foi editor da revista Rolling Stone.

O escritor, nascido em 1944, cresceu em campos de refugiados na Hungria depois da Segunda guerra mundial até que chegou com sua família a Cleveland. Estados Unidos. Trabalhou como repórter de notícias policiais, cobrindo incontáveis tiroteios e brigas urbanas.
Nesse tempo, conta que sua vida era muito escura, cheia de morte, assassinatos, crímes e caos, o que marcou sua posterior carreira de roteirista.
No verão do ano 2001, Eszterhas foi diagnosticado com câncer de garganta. Deveu submeter-se a uma delicada cirurgia e recebeu a ordem médica de deixar o álcool e o tabaco. Eszterhas tinha 56 anos, sempre teve um estilo de vida meio louco e sabia que mudar seus hábitos não seria fácil.

Um dia, que Eszterhas descreve como “infernalmente caloroso”, estava caminhando pela rua quando se deu conta que sua vida tinha tocado fundo.
“Estava virando maluco. Estava muito nervoso. Tremia. Não tinha paciência para nada. Cada terminação nervosa demandava um gole e um cigarro”, recorda.
Sentou-se no chão, começou a chorar e de repente começou a rezar. “Por favor, Deus, me ajude”, disse.

Nesse momento, percebeu que não rezava desde menino. “Não podia acreditar o que dizia. Não soube por que o tinha dito. Nunca antes o fiz”, lembra.
Imediatamente, Eszterhas se sentiu sobressaltado por um sentimento de paz e se acabaram seus tremores. Nesse momento, tal como aconteceu com Saulo a caminho de Damasco, viu “uma luz brilhante, deslumbrante, quase me deixava cego e me fez cobrir meus olhos com as mãos”.
Para Eszterhas, esta experiência foi determinante. Deixou de duvidar sobre poder viver sem tabaco nem álcool, ou seja que podia vencer-se a si mesmo e triunfar.
Nesse momento começou seu caminho de volta à Igreja mas o escândalo sexual que afetou duramente aos católicos nos Estados Unidos se converteu em um escolho para terminar seu retorno. Por isso optou por assistir a serviços não denominacionais, mas finalmente se convenceu de que não podia deixar de ser católico.

“A Eucaristia e a presença do corpo e sangue de Cristo está em minha mente e é uma experiência assustadora. A Comunhão é poderosa e é quase um sentimento celestial”, afirma.
Ainda agora recebe ofertas para escrever roteiros sobre temas sinistros. Entretanto, assegura que gastou muita vida explorando o lado escuro da humanidade e não quero voltar a isso nunca mais”.

“Minha vida mudou desde que Deus entrou em meu coração. Não me interessa a escuridão. Tenho quatro filhos formosos, uma esposa a quem adoro, adoro estar vivo e curto cada momento de minha vida. Minha visão se iluminou e não quero retornar a esse lugar escuro”.
No último ano, os médicos lhe deram de alta e assegura que venceu o câncer graças ao que ele considera um milagre. Este é o motivo pelo qual escreveu seu novo livro titulado “Crossbearer: A memoir of faith” (Portador de Cruz: Uma lembrança de fé), para dar graças a Deus e lhe contar ao mundo o que Ele fez em sua vida.

Fonte: ACI Digital
Local:WASHINGTON DC

 

 

 

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