Diário de uma peregrinação – parte 5: Paris e a Virgem Maria

 Quando alguém fala de Paris descreve a beleza de seus monumentos, museus, os cafés,  restaurantes,  as lojas com a tentação das compras. Realmente é uma cidade fascinante. Entretanto, existe uma dimensão desconhecida de Paris. Qual é? A alma secreta da cidade luz é a doce Virgem Maria.

No centro da cidade esta a imponente catedral de Notre-Dame. Este lugar sagrado sobreviveu a ferocidade da revolução francesa, não obstante a sua tentativa de destruir todos os traços da presença da Igreja. Aí foram coroados reis, e também Napoleão zombou da fé coroando a si mesmo. Ele terminou os seus dias exilado na ilha de Santa Elena. A verdadeira rainha continuou no seu lugar, vendo os poderosos tirados dos seus tronos do orgulho. Notre-Dame, apesar do grande afluxo de turistas, não é uma igreja museu. Ela reflete vida por meio de suas missas sempre refletas pelos habitantes da cidade.

Na colina de Montmartre esta a imponente Basílica do Sagrado Coração. Ela é um dos cartões postais de Paris. Novamente somos tocados pelo espírito religioso dinânico desta Basílica. Dia e noite as pessoas podem se recolher em oração, graças aos turnos de equipes de fiéis de diversas paróquias.

Não se pode falar de Paris religiosa sem lembrar da Rua Du Bac. Aí se encontra a capela da Medalha milagrosa, no convento das irmãs Filhas da Caridade, fundadas por São Vicente de Paulo. O coração bate mais forte ao entramos no corredor que conduz ao lugar Não existem palavras para descrever este lugar em que a Virgem Maria apareceu na noite de 18 para 19 de julho de 1830. Santa Catarina Lauburé é despertada por um menino cercado de luzes que lhe diz: “Venha à Capela. A Santíssima Virgem a espera.” A jovem freira segue o menino até a capela. Aí diante do altar aparece Nossa Senhora.  Imagine o privilégio de participar de uma missa nesta mesma capela onde Maria Santíssima disse: “Vinde a este altar. Aqui as graças serão abundantes…” No alto do altar esta a imagem de Nossa Senhora das Graças. De um lado o túmulo de Santa Luisa Marilac, e do outro temos o corpo incorrupto de Santa Catarina Laburé. Na missa pedi pela minha paróquia e pela amada família do programa Encontro com Cristo.

No rosto de todos os peregrinas vi uma alegria única, própria de quem é tocado pelo amor de Deus. A capela da Medalha Milagrosa é uma das manifestações deste carinho divino pelos seus filhos e filhas.

  ”Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós.”

Nesta aparição Nossa Senhora também pediu: “Fazei cunhar uma medalha…Todas as pessoas que a trouxerem ao pescoço comconfiança receberão grandes graças.”

Atenda a este pedido da Virgem Maria, leve  junto de si a medalha milagrosa!

Uma resposta para Diário de uma peregrinação – parte 5: Paris e a Virgem Maria

  1. Junior disse:

    Lendo o texto é possivel estar presente em Paris. Obrigado Padre Alberto, que Deus continue te acompanhando nessa peregrinação.

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