Jesus nunca nos abandona

«Nunca tu me procurarias, se me não tivesses já encontrado» (Blaise Pascal)
«Felipe achou a Natanael, e disse-lhe: Acabamos de achar aquele de quem escreveram Moisés na lei, e os profetas: Jesus de Nazaré, filho de José.

Perguntou-lhe Natanael: Pode haver coisa bem vinda de Nazaré? Disse-lhe Felipe: Vem e vê.
Jesus, vendo Natanael aproximar-se dele, disse a seu respeito: Eis um verdadeiro israelita, em quem não há dolo!
Perguntou-lhe Natanael: Donde me conheces?
Respondeu-lhe Jesus: Antes que Felipe te chamasse, eu te vi, quando estavas debaixo da figueira.» (João 1: 45-48)
“É de notar que Jesus se revelou a Natanael como alguém quue não lhe é estranho nem desconhecido, mas como quem já o conhecia duma forma pessoal e íntima. E, sobretudo, que o aprecia e o estima.«Nunca tu me procurarias se me não tivesses já encontrado» – é uma frase que Pascal põe na boca de Cristo. Mas talvez fosse mais apropriado dizer: «Nunca tu me procurarias, se eu não te tivesse já encontrado», se eu te não tivesse descoberto no mais íntimo de ti mesmo.

Deus é sempre o primeiro a amar. Qualquer movimento de aproximação do homem a Deus é sempre precedido do movimento de Deus em direcção ao homem. Deus já se encontra presente no mais íntimo do desejo humano. Este encontro de Jesus com Natanael está carregado de sentido. Jesus manifesta-se como alguém com quem já estamos relacionados no mais recôndito de nós mesmos, ainda antes de O conhecermos. Na profundeza do nosso desejo

(Eloi Leclerc, em “Vida em Plenitude”)

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