Liberte-se da palavra não

junho 25, 2011

Geralmente diante das dificuldades a maioria das pessoas reage dizendo: Não posso- não consigo – não vai dar…e os resultados não tardam: total fracasso.

 A palavra não é responsável pela falta de benção, pois ela é o contrário da fé.

 A fé que move montanhas não é fruto simplesmente da pessoa, como se fosse a força do pensamento positivo.

 A fé é a certeza de que Deus irá agir na hora certa em nosso favor: Todo o que disser a este monte: levanta-te e lança-te ao mar, Se não duvidar no seu coração, mas acreditar que sucederá tudo o que disser, ele obterá este milagre.”  (Mc 11,23)

Deus não quer seus filhos esmagados por fracassos, Ele deseja ensiná-los a vencer as limitações. Trata-se de uma realidade maravilhosa capaz de mudar o modo como vivemos e enfrentamos os problemas.

 Encontramos esta verdade revelada no testemunho de São Paulo em Flp 4,11-13:

 Não é minha penúria que me faz falar. Aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei viver na penúria , e sei também viver na abundância. Estou acostumado a todas as vicissitudes : a Ter fartura e a passar fome, a Ter abundância e a padecer necessidade. Tudo posso naquele que me conforta.”

 Aí esta o segredo da força interior de Paulo, que o capacitava a suportar todo tipo de dificuldade:  ele acreditava realmente estar a sua vida nas mãos de Deus…apesar das dificuldades era capaz de confessar: TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE”

A nossa atitude diante das dificuldades é, de modo geral, o desânimo, revolta ou sensação de impotência.

O exemplo de Paulo é o convite para reagir em outra direção, repetindo: tudo posso naquele que me fortalece.

Esta mudança de atitude exige a coragem para vigiar os pensamentos e atitudes. A nossa mente tem que ser nutrida pela certeza de que Deus esta no controle de nossa vida.

Uma maneira simples para estabelecer este estado de vigilância é tentar ver o lado bom da saúde pessoal, família, trabalho, relacionamentos, futuro…

Também é importante o esforço para tirar o não da expressão não posso.

 Nem sempre conseguiremos reagir deste modo, o importante é não se auto- condenar, mas recomeçar a luta para vencer a atitude negativa diante da vida.

 Uma vez tomada a decisão de vencer o negativismo, dê um passo de cada vez. Tenha em seu coração a certeza de que não esta sozinho em sua luta. Jesus esta vivo, ressuscitou e prometeu:

 “Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo.”

                                                                               Mt 28,20

 

Tomai, Senhor

Tomai, Senhor e recebei
Toda a minha liberdade
A minha memória também.
O meu entendimento
E toda a minha vontade
Tudo o que tenho e possuo
Vós me deste com amor.

Todos os dons que me destes
Com gratidão vos devolvo.
Disponde deles, Senhor,
Segundo a Vossa vontade
Daí-me somente
O Vosso amor, Vossa graça
Isto me basta,
Nada mais quero pedir.

Santo Inácio de Loyola

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JESUS: CAMINHO, VERDADE E VIDA

maio 21, 2011

Uma das verdades mais belas sobre vinda de Jesus esta na revelação de que não estamos nunca sozinhos em nossa caminhada pela vida.

Esta sensação  de solidão ou fraqueza surge por dois motivos:

 – não aceitamos o fatoque por mais que tentemos evitar sempre encontraremos no dia a dia uma série de dificuldades e provações.

 – ou por não termos também uma verdadeira experiência da presença do Cristo ressuscitado.

 Jesus quis preparar seus discípulos de todos os tempos para testemunharem uma atitude de confiança em Deus. Por isso, próximo da sua morte disse em Jo14,1-2: “Não se perturbe o vosso coração. Credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Não fora assim, e eu vos teria dito; pois vou preparar-vos um lugar.”

Não se perturbe o vosso coração.

Credes em Deus, crede também em mim. ..

vou preparar-vos um lugar.

Primeiro diz para não ter medo…

 Como?

Crendo Nele. Ele morreu, ressuscitou, foi para junto do Pai, para aí nos preparar um lugar de refúgio, paz e felicidade eterna. A casa do Pai no céu é o nosso destino, mas como encontrar o caminhosem um mapa, guia ou GPS?

 O próprio Jesus nos dá a resposta em Jo 14,6: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.”

Nosso Senhor não se limita a dizer façam isso ou aquilo, sigam por aqui ou por ali, Ele é o caminho que nos conduz pessoalmente todos os dias. Ele também é a verdade, por isso quem com Ele ressuscitou, não pode mais permanecer na mentira. Ele também é a vida, quem Nele esta não vive mais como antes de sua conversão.

 Para dar este passo é necessário ter presente que o verdadeiro propósito de nossa vida é conhecer a Deus. Quem vive Deus aprende a viver melhor. Porque somente com Deus descobrimos que fomos criados para jamais perder de vista que:

 – somos seus amados filhos e filhas, Dele viemos e para Ele voltaremos.

 – nossos semelhantes são nossos irmãos, todo mal feito a eles, é também contra Deus.

 – através do nosso estado de vida colaboramos com o plano divino.

 Neste sentido, temos que colocar o melhor de nós em tudo, porque estamos trabalhando para Deus, e não para os homens. E se não bastasse a certeza da presença de Jesus nos acompanhando,nos é dada uma promessa estupenda:

Jo 14,12

aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço, e fará ainda maiores do que estas, porque vou para junto do Pai.

 Faremos obras iguais e maiores se estivermos cheios do Espírito Santo. Este também foi o sentido da volta de Jesus para o Pai, enviar o Espírito Santo para dar aos seus seguidores a força para serem suas testemunhas diante do mundo.

 


Quer ser curado?

maio 11, 2011

No evangelho de São João temos a história inspiradora do paralítico que ficava esperando a cura à beira de um poço. A pessoas acreditavam que água do poço era movimentada pelos próprios anjos e quando isso acontecia, quem entrasse primeiro no tanque seria curado de todos os males. O pobre homem nunca conseguia se arrastar até o tanque a tempo. Jesus se encontrou com aquele homem naquela situação, e fez uma pergunta simples e direta, conforme Jo 5,6: “Queres ficar curado?”.

 Esta pergunta de Jesus é importantíssima. Por quê?. Para as coisas ruins de nossa vida mudarem e se transformarem em benção, é necessário olhar para além das circunstâncias. O paralítico tinha apenas o tanque como esperança, por isso responde para Jesus em Jo 5,7: “Senhor, não tenho ninguém que me ponha no tanque, quando a água é agitada”.

 Muitas vezes centralizamos nossa vida em algo que achamos que será a única solução. O paralítico pensava somente no tanque, não sendo capaz de entender que Jesus estava dizendo: você quer o tanque ou a cura?Quanta semelhança com o modo como as pessoas enfrentam os seus problemas. A solução continua sendo a mesma. E qual é? O homem à beira do poço foi curado somente quando olhou para Jesus e obedeceu a sua palavra. Não precisou esperar a água ser agitada e entrar no poço. Em Jo 5,8-9 “Ordenou-lhe Jesus: Levanta-te, toma o teu leito e anda. No mesmo instante, aquele homem ficou curado”

 Olhe para Jesus, deixe a sua luz entrar em seus problemas e você também experimentará continuamente a sua cura.

 

Oração para Cura Física

Senhor Jesus, creio que estás vivo e ressuscitado. Creio que sempre falas comigo pela Palavra; creio que estás presente realmente no sacramento do altar para me alimentar; creio que respondes as orações de todos os que te buscam de coração.

Eu te louvo e adoro. Te rendo graças, Senhor, por teres vindo por amor de mim, como Pão vivo descido do céu. Tu és a plenitude da vida, em ti ninguém é esquecido, de ti vem o perdão, a paz e a saúde.

Visita-me com o teu auxílio, e renova-me com o teu poder. Tem compaixão de mim e abençoa-me em todas as minhas necessidades.

Cura-me, Senhor Jesus.
Cura-me em meu espírito, dando-me vitória diante do pecado.
Cura-me em minhas emoções, fechando as feridas das minhas mágoas, frustrações, rancores ou ódios…
Cura-me em meu corpo, devolvendo-me a saúde física.

Hoje, Senhor, te apresento com total confiança a(s) minha (s) doença(s):… (diga o nome da sua(s) doença(s)) e te peço cura-me completamente, como curaste os doentes que te procuravam quando estiveste aqui na terra.

Eu creio como promete a Palavra: “Carregou os nossos pecados em seu corpo sobre o madeiro, para que, mortos aos nossos pecados, vivamos para justiça. Por fim, por suas chagas fomos curados (1Pdr 2,24).”

Estou seguro do teu amor por mim, e mesmo antes de ver os resultados da minha oração, eu te digo com fé: Obrigado, Senhor Jesus, pela bênção que já estás derramando em meu favor.


Jesus ressuscitou! Você acredita?

abril 27, 2011

Este é o grande dia de nossa fé: o Domingo de Páscoa. Celebramos a vitória de Jesus sobre a morte, isto é, a sua ressurreição! Se Jesus não houvesse ressuscitado, teria sido somente mais um homem bom,um personagem da história, um fundador de uma grande religião. A ressurreição nos revela algo maior: Ele é Deus!

 Não podemos ficar indiferentes diante desta revelação. Jesus venceu a morte, o túmulo esta vazio. Ele não esta mais limitado a um corpo físico. Ele pode atravessar as paredes, e quem nele crê o tem vivo no coração.

 A Páscoa é a oportunidade para sair da noite dos nossos medos de crer em Deus, e também das nossas demoras para viver com entusiasmo a fé.

 No evangelho do domingo de Páscoa (cf. Jo 20,1-9) somos apresentados a duas mulheres: Maria Madalena e Maria. Elas presenciaram a condenação de Jesus. O chicote dos soldados rasgando seu corpo, a coroa de espinhos na cabeça, e com certeza choraram diante da sua dolorosa morte na cruz.

 Elas poderiam dizer: esta tudo acabado. E quem sabe voltar a rotina da vida, guardando a lembrança da ternura da ajuda de Jesus.

 Porém, alguma coisa no coração destas mulheres dizia para irem até o túmulo. Elas souberam deixar Deus conduzi-las, mesmo se ainda não entendiam porque ir até o túmulo.

 Quando seguimos a Jesus não estamos sozinhos, Deus nos acompanha com a sua graça.

O importante é não desistir, como fizeram estas mulheres. Quantas vezes os problemas da vida levaram você a desistir de lutar. E o resultado foi o sabor amargo do fracasso.

A atitude destas mulheres do evangelho são como um tapa em nossa frieza espiritual e no nosso esquecimento que Jesus esta vivo.

 Somente quem experimentou o amor de Jesus transformando a sua vida, é capaz de correr sempre ao seu encontro. Deus sempre surpreende quem nele confia.

Em Jo 20,1 esta escrito: “Viu a pedra removida do sepulcro” Alguns afirmam que a pedra foi removida para que Jesus saísse. Será que Deus precisava de ajuda para fazer Jesus sair? Seria o vencedor da morte tão fraco ao ponto de não ser capaz de empurrar a pedra do túmulo? Não acredito nesta possibilidade. Nenhum túmulo poderia deter Jesus ressuscitado. A pedra foi removida para que as mulheres pudessem olhar dentro.

 Aí esta a manifestação do poder de Deus: Ele remove os obstáculos que nos impedem ver e experimentar suas maravilhas.

 Não podemos ficar parados. É necessário seguir o exemplo das mulheres do evangelho: Elas correram….Primeiro para ir ao túmulo, e depois para falar do que viram.

 Precisamos aprender a buscar mais intensamente a Jesus, e testemunhá-lo. Muitas vezes, somos lentos, demorados, vemos dificuldade em tudo. Ou nos cansamos facilmente, e aí vamos abandonando nosso fervor.

 Se os problemas escureceram a nossa vida, deixemos a luz de Cristo iluminá-la.

 Ressuscitar é voltar à vida, levantar-se, erguer-se… pelo poder de Jesus.

 A cada domingo Deus nos atrai para receber o alimento dos ressuscitados:  Eucaristia.

 


FÉ E CURA

abril 8, 2011

 Quando lemos os relatos das curas realizadas por Jesus vemos que existe um padrão comum: a fé. As curas não aconteciam em virtude da fé de Jesus, e sim pela fé de quem pedia.

 Quando existia esta confiança no poder de Jesus, a cura era liberada. Em Mt 9,28-30 temos um deste testemunhos:“Jesus entrou numa casa e os cegos aproximaram-se dele. Disse-lhes: Credes que eu posso fazer isso? Sim, Senhor, responderam eles.Então ele tocou-lhes nos olhos, dizendo: Seja-vos feito segundo vossa fé. No mesmo instante, os seus olhos se abriram.” Estes cegos estavam convictos do poder de Jesus para curá-los, e, por isso, não permitiram que nada os impedisse de encontrá-lo. Aí esta apresentada a fé em ação.

 Quando somos movidos pela fé, nada nos impede de chegar a Jesus, porque no coração temos a certeza de que somente Ele tem a solução,para todas as nossas necessidades.

 Este mesmo padrão o encontramos na cura de um paralítico, relizada por Sao Paulo em Atos 14,8-10: “Em Listra vivia um homem aleijado das pernas, coxo de nascença, que nunca tinha andado. 9. Sentado, ele ouvia Paulo pregar. Este, fixando nele os olhos e vendo que tinha fé para ser curado, 10. disse em alta voz: Levanta-te direito sobre os teus pés! Ele deu um salto e pôs-se a andar.” A cura aconteceu porque o paralítico tinha fé para ser curado!

 É urgente crescer na fé para ser curado.

 Como crescer na fé?

 1º Ponto:  A fé vem pelo ouvir a Palavra de Deus: “a fé provém da pregação…” (Rm 10,17)

  Ponto – Acreditar no poder de Jesus para curar:  “Disse-lhe Pedro: Enéias, Jesus Cristo te cura: levanta-te e faze tua cama. E levantou-se imediatamente.” (Atos 9,34). Pedro não fez uma oração longa, e nem usou muitas palavras.  Ele somente disse: Enéias, Jesus Cristo te cura!

 3º Ponto – A cura já nos foi dada na cruz de Jesus para todas as enfermidades. “Pela tarde, apresentaram-lhe muitos possessos de demônios. Com uma palavra expulsou ele os espíritos e curou todos os enfermos. Assim se cumpriu a predição do profeta Isaías: Tomou as nossas enfermidades e sobrecarregou-se dos nossos males (Is 53,4).” (Mt 8,16-17). Para Jesus não importa se a doenç é o pecado, tentação, depressão, enfermidade física, problema familiar ou profissional, existe o remédio para cada doença.

 A parte de Jesus foi realizada na cruz, a nossa é crer no seu poder. Quando o poder de Jesus se encontra com a nossa fé, acontece o milagre.

 

 

 

Bispo certifica novo milagre da Virgem da Lourdes

 O Bispo de Angers (França), Dom Emmanuel Delmas, proclamou o milagre número 68 oficialmente reconhecido da cura de um homem que tinha perdido virtualmente a mobilidade na perna esquerda, ocorrido no dia 13 de abril de 2002, quando peregrinou ao Santuário da Virgem da Lourdes.

O Comitê Médico de Lourdes, composto por 20 doutores, constatou a “súbita cura funcional, sem relação com terapia alguma e mantida até a atualidade, 8 anos depois” que Serge François, um homem de 56 anos que logo depois de sua cura fez o caminho de Santiago da Compostela a pé, percorrendo 1 570 quilômetros, para agradecer por esta graça.

Sobre o milagre, Dom Delmas recorda que este foi produzido quando Serge “logo depois de ter rezado perante a Gruta se dirigiu às fontes para beber e lavar o rosto. Pode-se ver nesta cura uma atuação particular da Virgem Maria para com este homem”.

Para o Bispo, “esta cura pode ser considerada como um dom pessoal de Deus para este homem, como um ato de graça, como um sinal de Cristo Salvador”.

Serge François, tinha perdido virtualmente a mobilidade na perna esquerda por uma hérnia de disco aparecida por complicações cirúrgicas relacionadas a duas operações. Depois da cura, assinala o jornal La Razón, cresceu sua vida de fé e de oração, e hoje reza muito por outros doentes. Voltou para a Lourdes em 2003, informou sobre o seu caso ao Comitê Médico e assim teve início o processo de estudo do caso.

Sobre o caso, o Bispo de Tarbes e Lourdes (França), Dom Jacques Perrier, afirmou em uma nota publicada no site do Santuário na internet, que “os médicos de hoje em dia são reticentes ante o qualificativo ‘inexplicável’, a menos que se acrescente ‘no marco dos conhecimentos científicos’. Preferem ater-se a um fato: tal cura é hoje inexplicável. Esta reserva lhes parece indispensável para não ser desqualificados logo por aqueles colegas que rejeitam o inexplicável”.

 

 

 

 

 


Receba a cura

abril 1, 2011

Quando Jesus passou aqui pela terra proclamou a Boa Nova com palavras e obras. A pregação de Jesus era sempre acompanhada pela manifestação de conversões, curas e milagres.

 Os doentes iam sozinhos ou eram levados até Jesus. O Espírito Santo quis que ficasse guardado nos evangelhos um milagre surpreendente. Trata-se de uma cura a distância. Aqui temos uma revelação consoladora sobre o poder da oração: nem sempre quem reza pelos doentes pode estar junto deles, e mesmo assim esta oração é eficaz. O motivo é muito simples: a oração é feita em nome de Jesus, e não tem limites de tempo ou espaço. Em Mt 18,19-20 lemos: “Digo-vos ainda isto: se dois de vós se unirem sobre a terra para pedir, seja o que for, consegui-lo-ão de meu Pai que está nos céus. Porque onde dois ou três estão reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.”

 No início de meu ministério sacerdotal, estando em Sorocaba, uma cidade do interior de São Paulo, distante 100 km de minha cidade. Fui procurado pelos parentes de uma pessoa com câncer terminal. Era tarde da noite, eu tinha que voltar para São Paulo. Tinham nas mãos uma fotografia do enfermo, lembro ter feito uma breve oração em nome de Jesus. No ano seguinte encontrei esta pessoa: estava curado!

 Quero convidar você a exercitar a fé a seu favor, se estiverem enfermos, ou a interceder por seus parentes e amigos. Jesus deseja tocar em todas as suas enfermidades e dar a saúde. Em Lc 7,2-3 esta escrito: “Havia lá um centurião que tinha um servo a quem muito estimava e que estava à morte.  Tendo ouvido falar de Jesus, enviou-lhe alguns anciãos dos judeus, rogando-lhe que o viesse curar.”Aqui temos a primeira chave para receber resposta nas nossas orações: Tendo ouvido falar de Jesus.

O centurião romano ouviu o testemunho do efeito da Palavra de Jesus, e movido pela certeza deste poder, foi a Jesus pedir a cura do servo. Nesta atitude aprendemos que a fé não é somente crer em Deus. Eu posso crer em Deus e não possuir a fé para deixar Seu poder agir. Quantas pessoas já me disseram: Estou a tantos anos na igreja, e Deus nunca respondeu a minhas orações. Qual é o problema? Estas pessoas não ouvem a voz de Deus. Não deixam a Sua Palavra chegar ao coração.

 O centurião romano estava convencido de que Jesus podia curar seu servo. Esta é a fé bíblica. A fé é a convicção de que Deus cumpre as promessas de Sua Palavra. Ele foi capaz da dar o testemunho de sua confiança em Jesus, ao ponto de declarar: “Senhor… não sou digno  de que entres em minha casa… mas dize somente uma palavra  e o meu servo será curado.” (Lc 7,6.7). Estas palavras demonstram que a fé libera o poder de Deus.

A cura do servo do centurião ficou guardada no evangelho para ser de estímulo para a nossa fé. Sim, hoje os milagres continuam acontecendo.

 Um exemplo é testemunho enviado por Izalina Adão de Guarapari, Espírito Santo. Em 2009 foi diagnosticado um tumor no cérebro do pai. Os médicos resolveram operá-lo, porém, não deram muitas esperanças. Ele corria o risco de vida, e se sobrevivesse teria muitas seqüelas. Ele foi operado. E os médicos afirmaram que ele teria somente 3 meses de vida.

Naqueles dias ela recebeu a nossa carta mensal, com um testemunho cura de tumor, semelhante ao de seu pai. No coração de D. Izalina veio a convicção da cura do pai. Todos os dias acompanhava o programa, ouvia a Palavra, rezava e abençoava a água.

 Passado um ano, o pai estava vivo, depois de fazer os exames de rotina, em setembro de 2010, os médicos ficaram surpresos: o tumor tinha desaparecido.

Um dos médicos disse: “Se vocês tem fé e acreditam em Deus, o milagre esta diante de vocês.”

Para algumas pessoas isso talvez signifique exagero ou locura. Eu somente posso dizer: tenho visto Deus realizar milagres. Sim existe muito mais a nossa disposição.

 

 

Restituição instantânea da perna do coxo de Calandra

Pode, porventura, uma perna amputada e enterrado por 2 anos e meio, em pleno contato com a terra, ser reimplantada ao corpo?

Sim, pelo nosso Deus do Impossível.

O relato:

“Vittorio Messori é um conhecidíssimo escritor italiano, jornalista e historiador famoso que publicou em 1998 um estudo sobre um fato acontecido em Calanda em 1640. Calanda é um vilarejo de Zaragoza, na Espanha, sem nenhuma significação social.

Jean Martini Charcot, famoso líder do positivismo religioso do século XIX, certa vez comentou: “Ao consultar o catálogo de curas chamadas milagrosas, nunca se tem podido comprovar que a fé tenha feito reaparecer um membro amputado”.

Pois bem, foi isso exatamente o que aconteceu em Calanda: uma perna amputada foi reimplantada miraculosamente depois de mais de dois anos de enterrada. Este acontecimento extraordinário, sobrenatural, foi estudado exaustivamente, com todo o rigor científico, por Messori no seu livro “O grande milagre”.

Entre as dez e onze da noite do dia 29 de março de 1640, enquanto Miguel Juan Pellicer (camponês de 23 anos), dormia em sua casa foi-lhe “reimplantada” – repentina e definitivamente – a sua perna direita. A perna, feita em pedaços pela roda de um carro e posteriormente gangrenada, foi-lhe amputada no fim de outubro de 1637 (2 anos e 5 meses antes da impressionante “restituição”), no hospital público de Zaragoza.

Cirurgiões e enfermeiros realizaram sucessivamente a cauterização do toco da perna com um ferro em brasa. O processo e a investigação foram abertos 68 dias depois e se prolongaram por muitos meses, sendo presidido pelo Arcebispo de Zaragoza, assistido por nove juizes, com dezenas de testemunhos e um rigoroso respeito às normas prescritas pelo Direito Canônico.

A sentença do processo declarou que a perna reimplantada de maneira tão repentina era a mesma que fora cortada e em seguida enterrada. Este fato foi certificado apenas 3 dias depois de que ocorrera e no mesmo lugar do acontecimento, por um notário (de outra cidade e, portanto, sem relação com o caso), por meio do habitual instrumento legal, garantido igualmente pelo juramento de muitas testemunhas oculares.

A partir do testemunho do protagonista e de outros testemunhos, se chegou à conclusão de que o milagre foi devido à intercessão de N. Sra. do Pilar, a quem o jovem sempre fora particularmente devoto, à qual se havia encomendado antes e depois da amputação de sua perna, e em cujo santuário de Zaragoza tinha pedido e obtido autorização para pedir esmola.

Quando pode enfim sair do hospital com uma perna de madeira e duas muletas, untava diariamente o seu toco de perna com o azeite das lâmpadas acesas na Santa Capela do Pilar. Isto é precisamente o que sonhou que estava fazendo, em Calanda, na noite em que adormeceu com uma única perna e foi despertado por seus pais poucos minutos depois, possuindo outra vez as duas pernas.

Sobre a verdade do fato nunca se levantou voz alguma de dúvida, nem na ocasião nem depois, nem no povoado nem em nenhum outro lugar. Após a conclusão positiva do processo, o próprio rei da Espanha, Felipe IV, ordenou que chamassem ao seu palácio de Madrid o jovem do milagre, ajoelhando-se em sua presença para beijar-lhe a perna milagrosamente “restituída”.

A forma como aconteceu o acidente, em julho de 1637, está assentado no livro de registros do Hospital Real de Valência, no dia 3 de agosto do mesmo ano, detalhando como ia vestido, e autenticado com a assinatura do encarregado do registro (Pedro Torrosellas). A constatação do processo avançado de gangrena no Real Hospital de Nuesta Senora de Gracia, em Zaragoza, consignado na consulta médica presidida pelo professor Juan de Estanga, diretor daquele departamento da universidade de Zaragoza; a amputação da perna direita feita pelos cirurgiões Estanga e Millarnelo; a maneira como foi depositada a perna pelo praticante Juan Lorenzo Carcia na capela do hospital e mostrada ao capelão e administrador do mesmo hospital, Pascual do Cacho; etc, etc…

0 médico lhe advertia que, além da possível infecção, o óleo mantinha uma umidade que retardava a completa cicatrização da ferida. Durante toda sua estadia em Zaragoza, Miguel Juan Pellicer passava o dia pedindo esmola na porta da Basílica do Pilar. À noite ia dormir no “Mesón de las Tablas” quando tinha dinheiro para pagar ao proprietário; se não, dormia num banco do hospital. Em marco de 1640, Miguel Juan Pellicer, esgotado pela vida miserável que levava, decidiu voltar a Calanda apesar do seu desejo de ficar junto à Basílica de “La Virgen del Pilar.”

Todos em Calanda e nas vilas limítrofes por onde Miguel Juan Pellicer, montado num jumento, ia pedindo esmola, conheciam o jovem sem a perna direita. Dois anos e quase cinco meses após a amputação da perna direita. Precisamente no dia do 16º centenario da visão que teve de Nossa Senhora, ainda viva, o Apóstolo Santiago e do aparecimento do Pilar na quinta feira 29 de marco de 1640. Ao redor das dez horas da noite, Miguel Juan Pellicer abandonou a conversa e , foi deitar, pois se encontrava especialmente cansado.

Pouco depois, Dona Maria Blasco, a mãe, foi ver se o filho mutilado estava bem coberto. Deu um grito de estupor acudiu o pai. Por baixo das cobertas apareciam dois pés! Após os primeiros instantes de surpresa, levantou as cobertas: aí estava de novo, inteira e sadia, a perna direita, da qual até momentos antes Ihe faltava a metade. Miguel Juan só sabia explicar que se havia encomendado, como todas as noites, à Virgem do Pilar, e que sonhara que estava na Basílica untando a ferida uma vez mais com o óleo das lâmpadas. Nessa mesma noite acudiram a ver o incrível milagre o soldado Bartolomé Ximeno, e os vizinhos Miguel Barraxina e esposa Úrsula Means.

Os três minutos antes, estiveram conversando com o coxo e vendo como tirara a perna de madeira e os panos antes de retirar-se a dormir. Naquela mesma noite foi chamado e veio o pároco Pe. José Herrera. No dia seguinte de manhã a Igreja estava cheia de pessoas que viram e agradeceram a Deus a recuperação da perna direita de quem todos conheciam privado dela até a véspera. Reconhecimentos posteriores mostraram que a perna direita, milagrosamente recuperada, conservou sempre cicatrizes perfeitamente fechadas das feridas que tivera antes de ser amputada, principalmente a da grande ferida provocada pela carreta e que ocasionara a gangrena. Havia também a cicatriz, perfeitamente fechada como todas as outras, onde se havia feito a amputação. Tratava-se da mesma perna que havia sido amputada!

A mesma perna que havia sido enterrada quase três anos antes! Ficara “a marca”!, a conhecida condescendencia divina para uma insuperável observação científica.. . Quando a noticia do milagre chegou a Zaragoza, mandou-se verificar no Cemitério do Hospital Real.

Sob a direção do Dr. Juan Lorenzo García comprovou-se que a perna, ou os ossos que deveriam ficar dela, havia desaparecido, sem que ninguém antes tivesse mexido na terra! A recuperação de Miguel Juan Pellicer, como em todo milagre, foi instantânea… e também “por etapas” (a delicada e conhecida condescendencia de Deus para melhor observação e acompanhamento científicos, e talvez também purificação, exercício da fé…):

A perna direita, durante os três primeiros dias após a recuperação instantânea, estava fria. Sua cor era apagada, algo roxa. E os dedos do pé estavam permanentemente curvados, os nervos contraídos, de forma que durante estes três dias Miguel Juan Pellicer, perante todas as autoridades e numeroso povo que o visitava, não podia apoiar a perna firmemente no chão, nem podia prescindir da muleta que usava.

Passados esses três dias, as mesmas autoridades e o povo puderam constatar que Miguel Juan Pellicer agora caminhava perfeitamente, o pé ficara normal. Mas faltava ainda outra etapa? Ou era outra marca?: A largura ou espessura da perna direita, a recuperada, era claramente menor que a grossura da perna esquerda.. . Miguel Juan Pellicer, a 25 de abril, viajou com seus pais a Zaragoza para agradecer à Virgem do Pilar.

Durante o trajeto, um cirurgião lancetou o talão nas suas pesquisas, fato que obrigou Miguel Juan Pellicer a mancar um pouco novamente. Mas logo passou. Miguel Juan quis permanecer em Zaragoza por algum tempo. Ia com freqüência à Basílica do Pilar, onde confessava e comungava cada sete dias, e comprazia-se em continuar ungindo sua perna direita, mais débil, com o óleo das lâmpadas. “Pouco a pouco a perna direita ficou igual à esquerda (. . .). Quando voltou a Calanda, os vizinhos maravilharam-se de vê-lo caminhar e correr alegremente. Como deram testemunho (. . .). Notaram também que o jovem podia realizar movimentos de esticamento até levantar o pé à altura da cabeça. Assim completara-se o milagre até a perfeição total”(48).

A Prefeitura de Zaragoza, a 8 de maio de 1640, reuniu-se em conselho extraordinário e plenário, e nomeou três procuradores para pesquisar o caso, além de solicitar do Sr Arcebispo que instaurasse um acurado processo canônico, a expensas da Prefeitura Conservam-se todas as atas de ambos os inquéritos.

0 inquérito da Prefeitura começou só dois meses depois do milagre. 0 canônico, só após três meses. Bem contemporâneos dos fatos. Inquéritos detalhadíssimos. Muitas comprovações. Depoimentos de multidão de pessoas que conheceram e conviveram com Miguel Juan Pellicer, antes e depois do acidente, antes e depois da amputação. Vi um grande tapete que há no Palácio Real de Madri, representa o Rei Felipe IV beijando a perna regenerada de Miguel Juan Pellicer. Lord Hopton, embaixador da Inglaterra na Espanha, certificou independentemente que esteve presente quando El-Rei se ajoelhou, descobriu a perna recuperada e beijou a cicatriz da amputação.

Foram realizadas recentemente novas pesquisas históricas a respeito, com levantamento abundante e irrefutável de documentos. 0 milagre com “0 coxo de Calanda” foi em 1640.

Somente em 1959 se realizou com sucesso a primeira operação de recolocar uma perna cortada. Os cirurgióes do Hospital Mont-Eden, de Hayward (Califómia – USA), conseguiram recolocar uma perna, mas imediatamente ao acidente (não três anos depois), sadia (não gangrenada) e que ficara ainda unida ao corpo por consideráveis partes de carne (não uma perna enterrada!). E o maravilhoso êxito da cirurgia humana precisou meses de cuidados médicos antes de o paciente ser dado de alta.

Miguel Juan e seus pais examinaram a perna amputada descobrindo imediatamente sinais inconfundíveis que permaneciam nela. “O mais notório e principal, a cicatriz originada pela roda do carro que lhe fraturara a tíbia; outra cicatriz, menor, ocasionada pela extirpação, na adolescência, de um abcesso; e, por último, dois profundos sinais de cortes provocados por um arbusto de espinhos, e as marcas da mordida de um cachorro”.

Quando amanheceu o 30 de março, e se difundiu a notícia por todo o povoado, Pe. Jusepe se aproximou da casa dos Pellicer com muita gente. Entre estas o primeiro magistrado, o juiz que era ao mesmo tempo o responsável da ordem pública, Martín Corellano. Acorreram também o jurado maior, o prefeito Miguel Escobedo, o “jurado segundo”, Martín Galindo, e o notário real Lázaro Macario Gomez. Encontravam-se também os dois cirurgiões locais, que certificaram o fato de maneira profissional. Ambos declarariam ter que render-se à evidência, que havia deixado por terra sua instintiva incredulidade. O notário lavrou uma ata notarial constatando o fato ocorrido.

Tratava-se de uma expedição inesperada à que devemos um documento extraordinário, para não dizer único, como único é o caso que aparece neste documento legal. Estamos ante uma intervenção divina testemunhada por uma ata notarial, diante de um milagre com a garantia de um documento ajustado à normativa vigente e corroborado por dez testemunhas oculares, escolhidos entre os de maior confiança e melhor informados dos muitíssimos disponíveis. E como se não bastasse, a ata notarial foi escrita e autenticada, passadas algo mais de 70 horas depois do sucedido e no próprio lugar onde ocorrera.

Observou o historiador Leandro Aína Naval: “trata-se de um Ato Público (ata notarial, diríamos hoje) documento de máxima autoridade em todo tempo, que se aproxima ao ideal exigido por alguns racionalistas para a comprovação dos milagres na sua vertente histórica”.

Mais tarde em outubro de 1641, Felipe IV, rei de Espanha, no meio da corte espanhola, rodeado de todo o corpo diplomático interrogou publicamente a Miguel e aos relatores do processo. Verificou ele próprio a reimplantação miraculosa da perna, e, diante do assombro de todos, ajoelhou-se e beijou a perna, fazendo com isso um verdadeiro ato de fé.

A homenagem de Felipe IV naquela manhã de outubro foi como o selo definitivo que a autoridade civil pode dar a um acontecimento. O rei da Inglaterra, Carlos I, (cabeça da Igreja Anglicana inimiga da Espanha), informado pelo seu embaixador ficou convencido do milagre, até o ponto de defendê-lo perante os teólogos da sua Corte, que ficaram escandalizados.

Não consegui descobrir nenhum argumento para dar um mínimo de credibilidade à suspeita ou à dúvida do milagre. Quem rejeitasse a verdade do acontecido em Calanda teria que pôr também em dúvida toda a História, incluindo os fatos certos que estão mais comprovados. Quantos fatos existem que possam fundamentar-se numa ata notarial outorgada de imediato? Quantos com um processo levado com todo rigor com dezenas de testemunhos sob juramento e além disso com a total exclusão de qualquer tipo de interesse pessoal dos envolvidos na causa?

Messori assim termina o seu estudo: “Se Calanda nos apresenta como o cume do poder da intercessão e da misericórdia mariana, não é sem dúvida o único. Em outras muitas pequenas e grandes “calandas” de todos os tempos e países, um povo fiel e confiante experimentou, e experimenta, que não iam dirigidas apenas a João as palavras de Jesus agonizante na cruz: “Mulher eis ai teu filho… eis ai tua mãe” (Jo 19, 26-27). Este povo sabe que Maria é a mãe benigna e amável para todos que filialmente solicitam a sua intercessão.”

Fonte: Livro “O grande milagre” Autor: Messori

 


Quaresma: uma batalha espiritual

março 10, 2011

A quaresma começa com um gesto próprio e exclusivo: a imposição das Cinzas. Qual é o seu significado mais profundo? Certamente não se trata somente de um gesto exterior, mas de algo bastante profundo, que toca o nosso coração. As cinzas nos fazem compreender a atualidade das palavras do profeta Joel 2, 13: “Rasgai vossos corações, e não vossas vestes! Voltai ao Senhor vosso Deus, porque Ele é bom e compassivo!” Esta advertência é importante para todas as práticas religiosas: os gestos exteriores devem corresponder sempre a sinceridade da alma e a coerência das obras. Para que serve rasgar as vestes, se o coração permanece distante do Senhor, eis aquilo que conta: voltar para Deus, com o coração sinceramente arrependido, para obter a sua misericórdia.

 Um coração renovado e um espírito novo é o que pedimos com o Salmo 50,12:“Ó meu Deus, criai em mim um coração puro, e renovai-me o espírito de firmeza.” O verdadeiro cristão, consciente de ser pecador, deseja e busca a renovação espiritual.

 Todos os dias, mas sobretudo na Quaresma, o cristão deve enfrentar uma luta, como a de Jesus Cristo no deserto da Judéia, onde durante quarenta dias foi tentado pelo diabo,e depois no Getsémani, quando rejeitou a extrema tentação aceitando totalmente a vontade do Pai. Trata-se de uma batalha espiritual, que se destina contra o pecado e contra satanás. É uma luta que envolve totalmente a pessoa e exige uma vigilância atenta e constante.

 Santo Agostinho observa que quem deseja caminhar no amor de Deus, não pode contentar-se com a libertação dos pecados graves e mortais, mas “pratica a verdade reconhecendo também os pecados menos graves…  Também os pecados menos graves, se forem descuidados, crescem e causam a morte”.

 A Quaresma recorda-nos que a existência cristã é um combate incessante, no qual devem ser utilizadas as “armas” da oração, do jejum e da penitência. Lutar contra o mal, contra qualquer forma de egoísmo e de ódio, e morrer para si mesmos para viver em Deus é o programa de vida de cada discípulo de Jesus.

Nesta quaresma siga o conselho de Jesus em Mt 6,6: “Quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora ao teu Pai em segredo; e teu Pai, que vê num lugar oculto, recompensar-te-á.”

 O modo simples para viver estas palavras é:

 – reservar um tempo diário para a oração pessoal;

 – fazer uma visita semanal ao Santíssimo Sacramento;

 – participar com todo fervor da santa missa dominical;

 – preparar-se com um exame de consciência para uma boa confissão.

 Tenha presente que a finalidade da verdadeira prática religiosaé nos ajudar a crescer no amor verdadeiro,que não exclui ninguém,não julga pela aparência ou ouvi dizer, mas sabe fazer o bem e perdoar.

 

 Oração da Quaresma de Sto. Efrén

 Senhor e Mestre de minha vida,

afasta de mim o espírito de preguiça,

de abatimento, de domínio sobre meus semelhantes,

de falar sem necessidade,

e concede a mim, teu servo, um espírito de integridade,

de humildade, de paciência e de amor.

Sim, Senhor e Rei,

concede ver meus pecados e não julgar meus irmãos”

porque és bendito pelos séculos dos séculos. Amém.


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